Análise TeK: Glow, o telefone da LAIQ que “brilha” o suficiente para ser comprado

O terceiro e até agora mais recente modelo da marca portuguesa LAIQ tem no preço um dos seus argumentos fortes, dadas as caraterísticas apresentadas. Por outro lado há pontos que podiam ser melhorados.

tek laiq glow

O preço é definitivamente um dos maiores argumentos do Glow, na relação com as caraterísticas oferecidas. O modelo foi o terceiro apresentado pela LAIQ em maio e é, até agora, o mais recente da gama de smartphones da marca portuguesa, depois do Dubai e do New York, lançados em setembro do ano passado.

O Glow é apresentado como um telefone topo de gama, pelo menos dentro da oferta da LAIQ, dividida nas linhas Rhythm, Travel e Style, com preços que variam entre os 119,90 e os 229,90 euros.

Este último é o PVP do Glow. E o que pode esperar em troca de tal valor? Dizemos-lhe já a seguir.

Visto “por fora” o Glow assemelha-se a tantos outros smartphones com ecrã de 5,5 polegadas. Tem 154x77x7,2mm e pesa cerca de 150gr. O revestimento traseiro é de plástico e, calhando ao TeK um modelo de cor branca para usar, dizemos desde já que o telefone não saiu completamente intacto, com duas ou três marcas – mas suficientemente “disfarçáveis”.

O smartphone apresenta os botões principais de ligação e volume na lateral superior direita. Em cima há espaço reservado à entrada para os auscultadores e em baixo a tradicional porta USB, neste caso do Tipo C.

Olhando para dentro, tirando a parte traseira, o Glow tem a bateria removível e espaço para dois cartões SIM e cartão de memória.

No que diz respeito ao desempenho, o LAIQ Glow tem um processador mediatek mt6753, octacore de 1,3 Ghz e memória RAM de 2GB, o que lhe permite responder com “dignidade” às tarefas exigidas de trocas de menus, páginas de internet, vídeo streaming e jogos.

Os conteúdos multimédia levam à capacidade de autonomia do telefone, que também não está mal. Já se sabe que tal vai depender sempre do uso em questão, mas a bateria de 3.150 mAh é capaz de durar um dia útil inteiro medianamente “exigente”.

Um ponto a menos para a versão do Android 5.1 Lollipop, no lugar da mais recente em utilização, a 6.0 Marshmallow.

Olhando para outro dos itens que mais interessam aos utilizadores quando querem comprar um telefone, a câmara principal é de 13 megapixels e a frontal de 5 megapixels. O registo vídeo tem uma resolução de 1080p (Full HD) no primeiro caso e de 720p (HD) no segundo.

Destaque para as diversas possibilidades de edição, com direito a filtros, e para os modos de registo de imagem, oito para além do “Normal”.

A luminosidade e o “colorido” do ecrã de 5,5 polegadas AMOLED com resolução de 720X1280 (HD) salta à vista, mas por outro lado há demasiada saturação por defeito nas fotografias tiradas – que acabam por perder grande parte da cor quando vistas noutros dispositivos.

Os 16GB de capacidade de armazenamento não serão muito para os dias que correm, mas compreende-se pelo preço do dispositivo. Quem quiser pode investir mais um pouco e adquirir memória extra até aos 128GB, através de cartão Micro SD.

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