Esta terça-feira aquele que foi o terceiro e último encontro regional da competição Apps for Good serviu para que os jovens participantes, entre os 10 e os 18 anos, demonstrassem as aplicações em que estiveram a trabalhar durante todo o ano letivo, em sessões de pitch.

As escolhas acabaram por recair em nove projetos: Pensa Antes de Publicar, da Escola Secundária Dr. Ginestal Machado, Articulândia, da Escola Secundária Rafael Bordalo Pinheiro, Workshop Islamismo, da International School of Palmela, SOS Signal, do Instituto dos Pupilos do Exército, Sport For All, da Escola Básica Nun’Álvares, PT Halal, da Internacional School of Palmela, a Homeless Care, da Escola Secundária João de Barros, a GESto, da Escola Secundária Públia Hortênsia de Castro, e a SOS Idosos, da CED Nossa Senhora da Conceição foram as apps finalistas.

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Durante o ano letivo os professores e os alunos tiveram acesso a conteúdos online com uma metodologia de projeto de cinco passos. Para apoiar o desenvolvimento do projeto, todos os participantes podem recorrer a uma rede de especialistas online que estão disponíveis para prestar apoio e esclarecimento de dúvidas.

No final do projeto, as escolas podem optar por participar na competição que está dividida em duas fases: Encontros Regionais – semifinais em que todos os alunos são convidados a ir a Marketplace e a fazer o seu Pitch – e Evento Final – onde são premiadas as melhores soluções.

O movimento Apps for Good foi lançado há cinco anos pelo CDI e desde sempre que o objetivo foi seduzir jovens e professores a utilizarem a tecnologia para resolver problemas, “propondo assim um novo modelo educativo, mais intuitivo, colaborativo e prático”.

O objetivo é que as apps desenvolvidas para smartphone e tablet possam ajudar a resolver problemas relacionados com a sustentabilidade do mundo atual em que vivemos.