Montra TeK: 6 portáteis híbridos de luxo (para trabalhar e não só)

Rodam o ecrã a 360 graus e permitem fazer um uso do portátil como se de um tablet se tratasse. Mas o melhor é mesmo os elevados índices de desempenho, portabilidade e autonomia. Conheça seis modelos a ter em atenção…

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Um conversível é, basicamente e em termos muito simples, um portátil que permite rodar o ecrã a 360 graus. Como o dito ecrã é, regra-geral, tátil (podendo estar presente um estilete…), o dispositivo pode ser utilizado também como tablet, apesar de nunca transmitir as “sensações” que o mais fino e leve dos tablets convencionais proporciona, obviamente.

No fundo, basta imaginar um ultrabook com este tipo de características no que diz respeito ao ecrã tátil e à dobradiça dobrável em círculo completo para chegar ao conceito de conversível que existe hoje em dia e no qual praticamente todas as marcas estão a apostar de momento.

São normalmente máquinas bastante leves e compactas, gabando-se e disputando entre si o título da mais fina do mercado. Isto porque no interior estão obrigatoriamente discos SSD e placas gráficas integradas na motherboard, duas condições essenciais para se conseguir um portátil efetivamente transformado em ultrabook.

Os ecrãs, esses, podem chegar às 15 polegadas, mas, normalmente, apresentam dimensões entre as 13 e as 14 polegadas. O melhor de tudo neste ponto, além do reconhecimento tátil multigestos, acaba mesmo por ser a resolução, visto que os modelos mais dispendiosos, fazem já questão de incluir resoluções 4K, o que acaba por ser fantástico para quem gosta de ver filmes em Ultra HD em movimento.

Para que servem, essencialmente?

Para trabalhar, estudar, navegar… Não servem para jogar, apesar de alguns modelos, bastante bem equipados ao nível do processador e da memória RAM, até permitem executar tarefas ligeiras de edição de fotografias e vídeo em HD.

Os conversíveis acabam por convencer os seus admiradores por serem, acima de tudo, muito “portáteis”, mais do que todos os segmentos que integram este mercado. E também porque os ecrãs táteis mostram uma qualidade notável, conseguindo mesmo dobrar-se completamente, o que também pode ser vantajoso em situações de trabalho.

A autonomia é outro dos pontos fortes – podem chegar às 16 horas em funcionamento, em teoria, e já vimos alguns modelos do género alcançarem dez a 12 horas sem esforço –, ao passo que nas ligações, contudo, haver mais limitações: não há espessura suficiente para uma porta Ethernet, por exemplo, e em alguns casos o USB 2.0 ou 3.0 tem mesmo de ser obtido através de um adaptador de/para USB-C.

Mas fique a conhecer seis propostas do género, vindas das marcas mais conceituadas do segmento. O denominador comum a todos os portáteis que constituem a galeria acima é, inevitável, o elevado preço. Levar um conversível leve e poderoso debaixo do braço para todo o lado tinha de ter um preço… 

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