Sugestão TeK: 6 regras para manter os jovens protegidos online

Há situações e comportamentos que devemos evitar quando usamos a internet no geral e as redes sociais em particular. Principalmente entre os mais jovens, grandes utilizadores do universo online (e mobile).

tek jovens smartphones

A preocupação com a segurança online é de todos os internautas, mas duplica (ou triplica) quando há crianças e jovens sob alçada. E embora não deva ser matéria para ser lembrada apenas em datas e situações específicas, hoje, Dia da Internet mais Segura, é incontornável.

Até mesmo os adultos que usam o Facebook e companhia se deparam com situações online que os deixam desconfortáveis e nem sempre sabem como agir, logo, imagine-se os mais novos.

São vários os estudos que mostram que os jovens têm dificuldade em distinguir os “perigos” da internet. Nomeadamente, a partilha de uma foto com maior exposição através do WhatsApp pode não ser vista como um risco, quando as noções de privacidade parecem cada vez mais difusas e as amizades "reais" são cada vez menos diferenciadas das "virtuais".

Afinal estamos numa época onde a primeira coisa que a maioria dos jovens faz quando acorda é agarrar no smartphone – e os adultos também.

Como deve proceder para alertar os seus filhos para o perigo de trocarem mensagens com desconhecidos ou como aconselhá-los no caso de estarem as ser vítimas de bullying?

Na internet encontra vários guias para pais e educadores, uns mais diretos e bem-feitos do que outros, mas sabemos que a dificuldade passa muitas vezes por conseguir transmitir as regras e mensagens certas, considerando a propensão dos mais novos para considerarem que os mais velhos "não percebem nada disto".

Deixar uma porta de comunicação aberta, real e virtual, e não impor demasiadas limitações são duas regras que advêm do bom senso que se exige na educação, mas há outros conselhos e boas práticas que podem ser partilhados - de preferência através do (bom) exemplo na primeira pessoa. Recordamos seis.

Muitas destas indicações são úteis de forma genérica, mas vale a pena também explorar as ferramentas de proteção de menores dos sistemas operativos, sobretudo se as crianças lá de casa forem mais pequenas e ainda não conseguirem entender de forma completa as regras de utilização da internet. 


Nota de redação: Artigo adaptado da Sugestão publicada a 30 de junho de 2016, por ocasião do Dia das Redes Sociais. 

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