Sugestão TeK: 9 dicas para escolher o televisor certo para a sua sala

Já lá vai o tempo em que tínhamos de escolher entre um LED, um plasma ou um LCD… Hoje as dúvidas estão na dimensão e resolução do ecrã, na forma como o vamos instalar e no consumo energético. Leia estas dicas resumidas antes de comprar um novo televisor.

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As primeiras perguntas que deve fazer a si próprio no momento de adquirir um novo televisor para a sua sala de estar são: qual a utilização que vou dar ao novo ecrã? E qual a dimensão de ecrã mais adequada a esse tipo de utilização e ao espaço que tenho disponível?

Se a ideia é gastar o mínimo possível, verifique, por exemplo, se um “pequenino” modelo de 32 polegadas é suficiente, com a resolução Full HD a ser um requisito obrigatório. Nos tempos que correm, comprar um televisor ou um monitor abaixo dessa resolução não faz sentido, além de as marcas terem já praticamente descontinuado estes segmentos.

Voltando à questão, uma opção deste género pode ser suficiente para aqueles utilizadores que pouco ligam aos conteúdos que passam na televisão e que acabam por encarar o dispositivo apenas como uma “companhia” que está a soar na sala.

Por outro lado, e numa perspetiva intermédia, por assim dizer, há alguns pontos de que não podemos abrir mão na compra de um televisor, uns mais óbvios que outros. E o primeiro ponto é a resolução: compreendemos que por razões de preço ainda uma boa parte de utilizadores opte pelo Full HD, mas, tendo em conta a crescente disponibilização de conteúdos em 4K a vários níveis, o Ultra HD é a norma recomendável.

Mais, a menos que tenha uma sala de estar bastante pequena, um ecrã com menos de 42 polegadas é igualmente “proibido”, desde que estabeleça uma distância razoável desde o sofá ao ecrã. É normalmente indicado que esta seja a dimensão de ecrã certa para uma distância de cerca de dois metros, aproximadamente.

Da mesma forma, é importante optar por um modelo com funcionalidades Smart TV, visto que os “horizontes” ficam incrivelmente alargados a partir do momento em que podemos instalar apps no televisor e aproveitar serviços como o Netflix, por exemplo, e a Internet em geral.

E há ainda muitos outros aspetos cruciais, que indicamos na galeria acima, sendo que, mais uma vez, a utilização a dar ao ecrã dita muito na hora de decidir. Um televisor para jogos deve ter um tempo de resposta mais curto, bem como uma boa taxa de atualização do ecrã, enquanto um modelo essencialmente para filmes em 4K precisa de bons índices de contraste e cores fiéis.

Isto em termos teóricos, obviamente, já que cada “caso é um caso”. E isto quer dizer que deve experimentar a observar com atenção os televisores que está a considerar antes de decidir-se por um modelo…

Por fim, se orçamento não é problema e procura o melhor entre os melhores ecrãs, há vários modelos que vão preencher os seus requisitos. O 4K aqui é a base, claro, sendo que depois pode encontrar modelos incrivelmente finos e possíveis de colocar na parede com facilidade, bastante grandes, entre 55 e 75 polegadas, e com sistemas de som integrados que fazem corar muitos sets de colunas dedicados.

Espreitar os mais recentes modelos de topo de marcas como LG, Sony, Panasonic e Samsung irá certamente resolver a situação, isto sem contar com outras marcas premium e que apresentam portfólios igualmente compostos nesse segmento.

A título de exemplo, a LG apresentou recentemente em Portugal a fantástica linha OLED, que pode chegar aos 19.990 euros na medida de 75 polegadas, da mesma forma que a Samsung também mostrou há muito pouco tempo as novas QLED, incluindo aqui ecrãs curvos, ao contrário da “rival”.

Ecrã plano ou curvo?

Aqui, a questão prende-se com três pontos em particular… e o primeiro é o seu gosto pessoal: há utilizadores que simplesmente não gostam da forma como os ecrãs curvos se apresentam, sejam em cima do tradicional móvel, seja na parede. Aliás, esta questão traz-nos ao segundo ponto.

Curiosamente, numa recente apresentação de televisores OLED da LG, os responsáveis da marca explicaram a razão pela qual a mesma abandonou agora o segmento dos televisores com ecrã curvo: a maioria dos utilizadores deseja instalar a TV na parede e o formato curvo faz com que o painel com estas características “fique mal” quando pendurado na parede.

O terceiro ponto é o aumento da envolvência e a melhoria dos ângulos de visão, de certa forma, que são as principais vantagens que identificamos nos ecrãs curvos, estejam estes instalados numa TV ou num monitor gaming, por exemplo. Seja como for, experimentar antes de comprar/decidir é fundamental, repetimos, como sempre.  

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