Dubai com frota de "táxis voadores" a partir do próximo mês de junho

Não são carros, mas drones. Autónomos, voadores e com capacidade para transportarem um passageiro de cada vez, os veículos vão ser fornecidos pela Ehang e integrar um plano orquestrado em parceria com a administração local para reduzir o congestionamento das estradas.

tek ehang

No Dubai, o futuro chega mais cedo. Aos táxis mais convencionais, terrestres e tripulados, os habitantes da cidade vão passar a ter uma alternativa digna de um filme de ficção científica e que os nossos antepassados tão recorrentemente idealizaram nas suas premonições sobre os tempos mais distantes. Neste caso, não falamos de carros voadores, mas quase.

Já a partir deste verão, a cidade mais populosa dos Emirados Árabes Unidos vai passar a contar com uma frota de táxis voadores, autónomos e com capacidade para transportar um único passageiro por viagem.

Os veículos, já testados em contexto real, serão fornecidos pela Ehang. De acordo com a empresa chinesa, os "drones de oito rotores", como lhes chama, são capazes de voar a uma velocidade máxima de aproximadamente 161 quilómetros por hora e têm uma autonomia suficiente para percorrer 50 quilómetros por carregamento. A velocidade média de operação, no entanto, não deverá exceder os 100 quilómetros por hora.

Embora funcionem autonomamente, os aparelhos serão monitorizados por um posto de controlo dedicado. Os passageiros, por sua vez, terão apenas de entrar, pôr o cinto de segurança, selecionar o destino através de um ecrã tátil presente no habitáculo do veículo e sair assim que a aterragem for concretizada. Em caso de avaria, garante a Ehang, o drone aterra automaticamente.

Segundo o The New York Times os drones podem estrear-se no Dubai já no próximo mês de junho. O projeto faz parte de um esforço orquestrado para reduzir o congestionamento nas estradas da cidade. Com um declarado interesse pelos transportes autónomos, a administração local já disse que, por volta de 2030, quer que todos os transportes diários feitos nas imediações da cidade sejam feitos com recurso a meios autónomos.

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