NASA conclui que exoplanetas do TRAPPIST-1 podem trocar microrganismos entre si

A agência espera agora que o telescópio James-Webb, que deverá estar operacional em 2018, a ajude a concluir se existe, ou não, vida em algum destes planetas.

tek trappist-1

A NASA anunciou no final do passado mês de fevereiro a descoberta de sete planetas com potencial para albergar vida. A cerca de 40 anos luz de distância da Terra, as investigações possíveis estão agora limitadas até 2018, altura pela qual deverá estar operacional o novo telescópio espacial James-Webb.

Daquilo que é possível de observar com as condições atuais, a agência espacial norte-americana concluiu recentemente que a distância entre os exoplanetas identificados cria condições adequadas à interação entre eles através da troca mútua de microrganismos (se estes existirem). Entre cada um destes astros, conclui-se, há uma espaço dez vezes menor do que aquele que separa a Terra e Marte.

Um dos próximos objetivos da equipa é agora aferir se eles são efetivamente habitados. No entanto, foi já possível aferir que apenas três, deste grupo de sete, têm condições para alojar vida tal como a conhecemos.

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