Como (não) usar um tablet segundo a Lenovo

A fabricante chinesa apela ao sentido de humor dos utilizadores ao divulgar as instruções publicadas por um tal de U.S. Bureau of Mobile Computing Devices and Pesticides para a utilização segura de um tablet.

Como (não) usar um tablet segundo a Lenovo
O conceito já existia há muito, mas foi a partir do muito antecipado primeiro iPad, lançado em janeiro de 2010, que os tablets ganharam verdadeiro alento.

Steve Jobs avisou que aquele era "um equipamento mágico e revolucionário", que iria criar e definir uma "categoria inteiramente nova", que contribuiria para ligar os utilizadores às suas aplicações e conteúdos "de uma forma mais intimista, intuitiva e divertida do que nunca". E assim parece ser.

O facto de ter sido (oficialmente) o primeiro tablet no mercado contribuiu (possivelmente ou nem por isso) para a quota que mantém hoje, numa altura em que o número de "concorrentes" aumenta a cada novo dia.

Hoje a maior parte dos consumidores está mais do que familiarizada com o conceito do touch screen e com as funcionalidades proporcionadas por tal dispositivo.

Mas foi a pensar nos menos informados ou mais baralhados (na verdade parece que foi só mesmo por piada) que a Lenovo decidiu divulgar as instruções publicadas por um tal de U.S. Bureau of Mobile Computing Devices and Pesticides para a utilização segura de um tablet.

Os quatro conselhos práticos e diretos sobre o que deve e não deve fazer com um tablet são explicados numa infografia que apela ao sentido de humor de quem a consulta - mas que a julgar pela única reação assumida como tal (num comentário), pode não surtir o efeito desejado…



Patrícia Calé

Votação TeK

A confirmação do primeiro acidente mortal envolvendo um Tesla Model S em piloto automático mudou a forma como encara os carros que se conduzem a eles próprios?

Mais informação

  • Não, o condutor não respeitou os avisos de segurança, logo o erro foi humano e não do sistema.

    33%

  • Não, mas não tenciono tirar os olhos da estrada quando entrar num carro autónomo.

    18%

  • Não, porque já não tinha intenção de entrar num carro autónomo.

    13%

  • Sim, provou-se que a tecnologia ainda não é segura e tem de ser mais testada antes de vir para a estrada.

    35%