Omote: projeção em tempo real feita no rosto humano

No espaço de segundos uma cara normal e familiar pode transformar-se num robot, num extraterrestre ou pode apenas ser a “tela” para uma maquilhagem diferente. Um projeto como há poucos.

Omote: projeção em tempo real feita no rosto humano
Os espetáculos de video mapping, em que são projetadas animações em fachadas de edifícios por exemplo, já começam a ser conhecidos do grande público e conseguem cativar cada vez mais a atenção das pessoas. Mas o Omote é diferente: usa o rosto humano como tela de projeção e tem capacidade para rastrear o movimento e adaptar os conteúdos.

O exemplo que tem sido dado na imprensa internacional relativamente ao projeto é o do Omote como uma máquina virtual de maquilhagem: a pessoa senta-se à frente do projetor, escolhe as combinações que gostava de experimentar e em tempo real está a ver o seu rosto já com as devidas alterações. No espaço de dez segundos já pode ter a cara com pinturas completamente diferentes. Sem sujar o rosto e de forma muito prática.

Mas o vídeo que foi disponibilizado do projeto vai além disso, mostrando como num curto espaço de tempo um rosto humano consegue assumir várias formas e sempre de forma bastante realista:



O vídeo ajuda também a perceber que na fase inicial é feita uma digitalização da cara do utilizador, dados que serão vitais para criar os rostos virtuais que serão sobrepostos.

O grande destaque acaba por estar na capacidade de a projeção adaptar-se ao movimento humano – uma técnica que aprimorada e desenvolvida pode até ser aplicada ao mundo do cinema.

Não são conhecidos pormenores técnicos sobre o projeto, não se sabendo por exemplo a velocidade de movimento que o projetor suporta neste momento.

Escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico

Votação TeK

A confirmação do primeiro acidente mortal envolvendo um Tesla Model S em piloto automático mudou a forma como encara os carros que se conduzem a eles próprios?

Mais informação

  • Não, o condutor não respeitou os avisos de segurança, logo o erro foi humano e não do sistema.

    33%

  • Não, mas não tenciono tirar os olhos da estrada quando entrar num carro autónomo.

    18%

  • Não, porque já não tinha intenção de entrar num carro autónomo.

    13%

  • Sim, provou-se que a tecnologia ainda não é segura e tem de ser mais testada antes de vir para a estrada.

    34%