Alternativa gratuita ao Office com nova versão disponível

A suite de produtividade OpenOffice.org ganhou uma nova versão com melhorias e novidades face à antecessora. A versão em português desta alternativa gratuita ao Office é lançada em simultâneo com a versão em inglês.

Alternativa gratuita ao Office com nova versão disponível
A mais recente versão da suite de produtividade OpenOffice.org já está disponível para download e a versão em português é lançada em simultâneo com a versão em inglês.

Maior rapidez no arranque, novas funções, melhorias e correcções à versão anterior são algumas das novidades que pode encontrar quem descarregar a nova versão do software gratuito.

Alguns exemplos de novidades da nova versão são melhorias na folha de cálculo, renovação do módulo de gráficos para facilitar a utilização e incluir novos gráficos, assim como melhorias ao nível da compatibilidade com o formato ODF (Open Document Format) e com a suite da Microsoft, o Office. Online está disponível um guia com informação detalhada sobre as novidades da versão.

O OpenOffice.org integra uma ferramenta de tratamento de texto, folha de cálculo, apresentações, gráficos, fórmulas e base de dados numa combinação idêntica àquela que também usa a Microsoft no seu pacote de ferramentas de produtividade.

A versão anterior do OpenOffice foi lançada no ano passado e somou desde então mais de cem milhões de downloads, contabilizando apenas os pedidos realizados através da morada electrónica principal para o efeito, explicam em comunicado os promotores da iniciativa.

Em Portugal a versão 3, em português, foi descarregada 160 mil vezes (desde Outubro de 2008), a que se somam 500 mil instalações no Magalhães e outras 60 mil em portáteis do e-escola.

Votação TeK

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Mais informação

  • Não, o condutor não respeitou os avisos de segurança, logo o erro foi humano e não do sistema.

    34%

  • Não, mas não tenciono tirar os olhos da estrada quando entrar num carro autónomo.

    17%

  • Não, porque já não tinha intenção de entrar num carro autónomo.

    12%

  • Sim, provou-se que a tecnologia ainda não é segura e tem de ser mais testada antes de vir para a estrada.

    35%