Encerrada uma das maiores redes de spam do mundo

Calcula-se que a Rustock tenha convertido em zombies um milhão de máquinas através das quais enviava milhares de milhões de mensagens todos os dias. A acção, promovida pelas autoridades norte-americanas, teve ajuda da Microsoft.

Encerrada uma das maiores redes de <i>spam</i> do mundo
As autoridades norte-americanas conseguiram encerrar vários servidores da botnet Rustock, considerada uma das maiores redes de spam do mundo. As diligências, feitas esta última quarta-feira, contaram com a ajuda da Microsoft.

A gigante da informática tinha levantado um processo judicial aos responsáveis pela operação da botnet (queixa contra desconhecidos), depois de investigações internas indicarem que os servidores da rede estavam hospedados nos Estados Unidos.

A informação reunida levou às buscas realizadas em sete cidades norte-americanas, resultando na apreensão das máquinas e no consequente encerramento da rede. "Os servidores estavam hospedados em cinco fornecedores de alojamento, que operavam em sete cidades nos EUA (…) e aos quais conseguimos, com sucesso, bloquear os endereços IP que controlavam a botnet, suspendendo a comunicação e impedindo que ela continuasse a operar", refere Richard Boscovich, da Unidade de Crimes Digitais (DCU na sigla original),da Microsoft, num post.

A fabricante diz agora estar a trabalhar com vários ISPs em todo o mundo para ajudar os utilizadores a removerem o malware Rustock dos seus computadores.

Calcula-se que a Rustock tenha convertido em zombies um milhão de máquinas através das quais enviava milhares de milhões de mensagens todos os dias, muitas delas promovendo medicamentos falsos e perigosos.

De acordo com a Symantec, a botnet terá sido responsável por metade de todas as mensagens de spam enviadas em todo o mundo durante o ano de 2010.

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  • Não, o condutor não respeitou os avisos de segurança, logo o erro foi humano e não do sistema.

    33%

  • Não, mas não tenciono tirar os olhos da estrada quando entrar num carro autónomo.

    18%

  • Não, porque já não tinha intenção de entrar num carro autónomo.

    13%

  • Sim, provou-se que a tecnologia ainda não é segura e tem de ser mais testada antes de vir para a estrada.

    35%