Future Lab: o desenvolvimento das soluções de futuro também passa pela co-creation

Dentro da “fábrica de inovação” da Altice Labs há agora mais um espaço aberto à comunidade onde a palavra de ordem é testar, partilhar conhecimento e produtizar. Ou falhar rápido.

TeK Altice Labs

O espaço está dentro do campus da Altice Labs e estreia hoje oficialmente, mas algumas das soluções que estão em exposição já têm anos de desenvolvimento por trás e já fizeram o seu caminho no mercado, à semelhança de outras que foram destacadas no primeiro aniversário desta fábrica de inovação.

“Esta é uma forma de trazer ideias da comunidade, jovens e startups, que podem usar os nossos recursos para testar produtos e ideas, receber a nossa ajuda na programação e encontrar aqui uma forma de validar o conceito, ou falhar rápido”, explica Alcino Lavrador, diretor geral do Altice Labs.

Para além do espaço físico e alguma infraestrutura, a Altice fornece também os mentores e o acesso a comunidades de makers para ajudar a testar e concretizar os protótipos, e é muito disso que hoje se encontra em exposição no Future Labs, com projetos que vão da criação de hologramas só com a utilização de fotografias captadas com telemóveis, novas soluções para utilização de impressoras 3D em prototipagem, ou mesmo a utilização do Kinect da Microsoft em áreas de realidade aumentada que podem ser usadas em soluções de cuidados a séniores.

Soluções de domótica, drones e robótica para ensinar as crianças a programar, e a desenvolver interesse pela eletrónica, estiveram também em destaque, assim como um projeto que transforma em música o clássico ruído dos leitores de disquetes, tudo controlado por Arduino.

Alcino Lavrador, que conduziu a visita ao espaço, defende que para além da produtização e do uso de recursos, este é também um espaço de partilha de conhecimento e experiências, e que novas soluções podem surgir pela intersecção das ideias de quem está a partilhar o mesmo espaço, mesmo que na origem os projetos fossem muito diferentes.

 

 

Nokia 3310

O Nokia 3310 recupera a nostalgia de uma das primeiras gerações de telemóveis. Está disposto/a a comprar um?

Mais informação

  • Sim e vou abandonar o meu smartphone

    19%

  • Sim, mas só para jogar Snake

    10%

  • Vou oferecer a alguém

    10%

  • Não, é só um "dumbphone"

    59%