Microsoft regista patente para jogos a 360º

Juntar aos sistemas de controlo por gestos e ao som "envolvente" já usados nos videojogos um novo sistema de projeção a 360º é o objetivo da Microsoft, mostra uma nova patente publicada recentemente pelo US Patent Office.

Microsoft regista patente para jogos a 360º
A Microsoft conseguiu o registo de uma nova patente nos EUA que poderá estar na base de um sistema de jogos em 360º, a utilizar como extensão das atuais consolas e dos televisores.

Registada sob o número 20120223885, datado de 6 de setembro, o US Patent Office publicou na passada semana o registo do que refere ser "um dispositivo de input com interface de imagem periférica (…) com sensores de orientação como infravermelhos, ultrasons e controlado remotamente".

Como explicação do conceito que está na base desta nova tecnologia patenteada, a Microsoft refere no registo que "o desfrutar dos videojogos e das experiências multimédia associadas podem ser aumentados, tornando a experiência de jogo mais realista".

A leitura do registo permite ainda perceber que se trata de uma tecnologia que pretende envolver o jogador nas imagens dos jogos, embora sem substituir o televisor: "ao projetar imagens periféricas nas paredes envolventes, a Microsoft pretende eliminar as distrações e fornecer mais uma possibilidade para o sucesso dos utilizadores". De acordo com a descrição publicada, os jogadores "poderão virar-se e ver os inimigos a esquivar-se mesmo atrás deles".

A nova patente sugere assim um sistema de projeção de imagem tridimensional, a 360º, semelhante no conceito a uma projeção holográfica. No entanto, e tal como em todas as patentes, não é certo que o sistema venha a surgir comercialmente alguma vez, nem que as características se mantenham inalteradas pela Microsoft.

jogar a 360º



Escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico

Votação TeK

A confirmação do primeiro acidente mortal envolvendo um Tesla Model S em piloto automático mudou a forma como encara os carros que se conduzem a eles próprios?

Mais informação

  • Não, o condutor não respeitou os avisos de segurança, logo o erro foi humano e não do sistema.

    33%

  • Não, mas não tenciono tirar os olhos da estrada quando entrar num carro autónomo.

    18%

  • Não, porque já não tinha intenção de entrar num carro autónomo.

    12%

  • Sim, provou-se que a tecnologia ainda não é segura e tem de ser mais testada antes de vir para a estrada.

    35%