Canais portugueses no Youtube ganham acesso a transmissões em direto

A Google continua a apostar forte na plataforma de vídeos e está a procurar a profissionalização de conteúdos mesmo junto de utilizadores mais amadores.

Canais portugueses no Youtube ganham acesso a transmissões em direto
Todos os canais portugueses com mais de cem seguidores e com publicações regulares no Youtube vão poder transmitir eventos em direto a partir da plataforma de vídeos, igualando assim uma funcionalidade que até aqui só estava disponível para os parceiros de conteúdos e para canais com mil seguidores.

A novidade foi avançada pela Google num dos blogues do Youtube e tem como objetivo equilibrar a barreira entre os diferentes produtores de conteúdos, inclusive os mais "amadores".

Nas definições de conta já é possível encontrar a opção de "Eventos em direto", mas a opção ainda deve estar desativada para os novos utilizadores onde a ferramenta vai ser elegível. Durante as próximas semanas a funcionalidade vai ficar gradualmente disponível para utilizadores de todo o mundo.

Vai ser possível configurar eventos transmitidos com recurso a mais do que uma câmara e gerir em detalhe as audiências da transmissão.

Recentemente a Google decidiu fortalecer a aposta do Youtube em Portugal, lançando uma versão localizada do site e apostando numa rede mais ampla de anunciantes e parceiros de conteúdos. A monetização dos vídeos também só ficou disponível para os utilizadores nacionais durante o mês de abril.

Escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico

Votação TeK

A confirmação do primeiro acidente mortal envolvendo um Tesla Model S em piloto automático mudou a forma como encara os carros que se conduzem a eles próprios?

Mais informação

  • Não, o condutor não respeitou os avisos de segurança, logo o erro foi humano e não do sistema.

    33%

  • Não, mas não tenciono tirar os olhos da estrada quando entrar num carro autónomo.

    17%

  • Não, porque já não tinha intenção de entrar num carro autónomo.

    13%

  • Sim, provou-se que a tecnologia ainda não é segura e tem de ser mais testada antes de vir para a estrada.

    35%