Investigadores ganham repositório de acesso aberto

Ficou concluído o repositório que permitirá aos investigadores de qualquer entidade do sistema científico e universidades depositar os resultados da sua investigação, com a garantia de que estes ficarão em acesso aberto.

Investigadores ganham repositório de acesso aberto
Estava em desenvolvimento desde o ano passado e baseia-se na popular plataforma criada pelo MIT e hoje usada em várias partes do mundo, o OpenCourseWare. O Repositório Científico de Acesso Aberto de Portugal vai permitir aos investigadores de qualquer instituição do ensino superior disponibilizarem online os resultados da sua investigação científica.

A plataforma fica acessível para qualquer instituição do sistema científico e do ensino superior e permitirá que as instituições lá alojem os seus próprios repositórios de informação científica e académica, mantendo a identidade corporativa. Os repositórios já existentes têm integração garantida na plataforma, que desta forma pode assegurar uma abrangência nacional.

O desenvolvimento do RCAAP foi uma iniciativa da UMIC, concretizada pela FCCN em colaboração com a Universidade do Minho e contou com o financiamento da UMIC e da União Europeia, através do POSC - Programa Operacional Sociedade do Conhecimento. O funcionamento da plataforma será assegurado pela FCCN.

A apresentação da nova plataforma é feita em simultâneo com o arranque a 3ª Conferência sobre o Acesso Livre ao Conhecimento, que decorre hoje e amanhã em Braga.

De recordar que a Universidade do Minho foi pioneira no país na criação de repositórios científicos de acesso aberto, quando em 2003 criou o RepositórioUM. Mais recentemente várias outras universidades avançaram também com iniciativas idênticas.

A notícia mais recente nesta área foi a da parceria da Universidade de Évora com a rede Universia, utilizadora da plataforma do MIT para garantir a disponibilização dos conteúdos produzidos pelos professores da sua rede de universidades a todos os alunos.

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  • Não, o condutor não respeitou os avisos de segurança, logo o erro foi humano e não do sistema.

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  • Não, mas não tenciono tirar os olhos da estrada quando entrar num carro autónomo.

    17%

  • Não, porque já não tinha intenção de entrar num carro autónomo.

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  • Sim, provou-se que a tecnologia ainda não é segura e tem de ser mais testada antes de vir para a estrada.

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