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Nokia anunciou em comunicado a intenção de fortalecer as medidas de combate à distribuição e fabrico de produtos e acessórios pirateados pretendendo "continuar a trabalhar com as autoridades federais para acabar com a contrafacção dos produtos" da marca, afirmou Lucy Nichols, directora de marca da Nokia, em comunicado.
O programa anti-Contrafacção da Nokia abrange todas as regiões e inclui todos os mercados chave - incluindo a Finlândia, onde já foram confiscadas centenas de aparelhos ilegais - e oferece a total colaboração e apoio da empresa às autoridades públicas no sentido de combater as empresas e indivíduos que vendam ou distribuam produtos contrafeitos.
Este anúncio faz parte dos esforços da Nokia para manter a reputação que atingiu no mercado mundial como principal fabricante de telemóveis e acessórios, bem como, para proteger os seus clientes de produtos falsificados.
A Nokia revelou que obteve um prejuízo de 1.36 milhões de dólares num dos distritos da Flórida devidoao tráfico de produtos falsos da marca. O caso remonta a Janeiro deste ano, data em que os irmãos Lanzano foram sentenciados com 72 meses de prisão e extradição para o país de origem após o final da pena.
Em 2003 a Nokia já havia anunciado uma das medidas do programa através do lançamento do site www.nokia.com/battery, onde disponibilizava uma série de informações destinadas ao esclarecimento de dúvidas de fornecedores e consumidores de modo a que estes identificassem as baterias provenientes de contrafacção.