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1 pergunta a… Paulo Barreto

Publicado por Casa dos Bits às 18.38h no dia 11 de Dezembro de 2008 | 2 comentários
 
Desde que está em Portugal - há um ano - a Google tem vindo a apostar em ferramentas e soluções que adaptadas à realidade do país e no idioma nacional. Até à data já foram disponibilizadas 10 soluções em português e o Google é o motor de busca mais procurado pelos internautas nacionais.

No âmbito deste primeiro balanço, a empresa decidiu estudar o comportamento dos portugueses online, nomeadamente no que se refere ao comércio electrónico. Na análise apurou-se que 92 por cento dos consumidores nacionais pesquisam as suas compras online e que 54 por cento destes acabam por adquirir algum bem ou serviço através da Internet.

Mas e do lado das empresas? Como podem ser aproveitados os benefícios do comércio electrónico em tempo de crise? Foi com base nestas questões que o TeK falou com Paulo Barreto, Country Manager da Google em Portugal, que nos deu a sua visão.

TeK: Numa altura em que as principais potências económicas mundiais tremem com os reflexos da crise, quais as oportunidades que o comércio electrónico pode trazer para as empresas?

Paulo Barreto Paulo Barreto: A actual situação económica leva a que as pessoas mudem os seus comportamentos e passem a estar mais controladas financeiramente. Ao terem menos dinheiro, os possíveis consumidores acabam por passar mais tempo em casa o que as leva a estar também mais tempo em frente ao computador, na Internet. Este factor garante-lhes pesquisas mais profundas e cuidadosas antes de gastarem o seu dinheiro.
Além do mais, hoje existe oferta suficiente para que as compras possam ser feitas online, com segurança e comodidade. É possível comparar preços mais rapidamente, evitar filas nas lojas, optar por pagamentos também mais cómodos…
Com base nesta realidade, os anunciantes têm de detectar as novas oportunidades, adaptando o seu marketing mix às novas tendências. Devem aproveitar o facto de a Internet ser o único meio que permite medir de forma fidedigna o número de leitores/consumidores, de poder ser direccionada para cada tipo de consumidor para aumentar a sua participação no mercado e combater a crise.

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