Desde 1 de Outubro de 2011 que a Aptoide, uma empresa spin-off da Caixa Mágica, tem presença na incubadora Plug & Play Center, em Silicon Valley, num programa para empresas organizado pela Leadership.


Esta quinta-feira, no Codebits, Paulo Trezentos explicou o percurso do projeto até Sunnyvale, desde a criação do instalador Aptoide, em 2009, ao lançamento do Bazaar Android, uma plataforma Web para criar repos de Aptoide, e falou em direto com o elemento do spin-off que está em Sunnyvale, com o objetivo de dar a conhecer o ambiente vivido na incubadora, caracterizando as vantagens, mas também as dificuldades que podem advir da aposta.


Ao Tek, o CTO da Caixa Mágica, justificou a estratégia.



Tek: O que se pode fazer pela Aptoide em Sunnyvale melhor do que em Portugal?
Paulo Trezentos:
O desenvolvimento em Portugal é muito competitivo: temos bons engenheiros temos preços competitivos, portanto a equipa de desenvolvimento da Aptoide está em Portugal mas para alavancar esse esforço e ter clientes ter tração, mas estar em S. Francisco faz muita diferença.
Em primeiro lugar pelo networking, relativamente a parceiros, para gerar mais tráfego para a plataforma, tanto a nível de clientes, como a nível de desenho de produto - através dos focus grups - temos muito mais recursos para atingirmos os objectivos.

Em segundo lugar, e apesar de não estarmos preocupados com o financiamento - temos um business plan a um ano -, mas é óbvio que existe mais financiamento do que na Europa.

Tek: Quais são os objetivos a partir de agora?
Paulo Trezentos:
Crescer. Ainda não estamos muito preocupados com a monetarização. O nosso objectivo é crescer e tornar-nos claramente o maior nercado de aplicações Android, independente, do mundo. Achamos que a nossa diferenciação tem pontos positivos: estamos no mercado há dois anos temos tido um crescimento muito interessante, por isso, é esse o nosso grande objetivo.


Escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico