A legalização do jogo online foi introduzida em meados de 2015, regulando as plataformas de casinos e jogos da sorte e azar nos meses seguintes. E sete anos depois de serem introduzidas as leis, o jogo online consumido pelos portugueses já superou os tradicionais casinos, o Bingo e outras salas com máquinas da sorte e azar.

O Jornal de Notícias avança que o Estado terá arrecadado 567,1 milhões de euros com o jogo online, no período compreendido entre o terceiro trimestre de 2016 e o primeiro trimestre de 2022. O jornal afirma que o número de jogadores habituais é agora de quase 760 mil e que as receitas brutas das entidades exploradoras já ultrapassam os 1,54 mil milhões de euros. O Estado arrecadou 36,7% do imposto especial sobre o jogo e respetivas licenças e homologação de sistemas.

As restrições impostas pela COVID-19, que obrigaram os casinos e casas de jogo a fechar, mudaram os hábitos de consumo dos portugueses, que passaram a utilizar as plataformas online. Hábitos que parecem manter-se mesmo depois do levantamento das restrições. O período mais ativo foi mesmo durante a pandemia e em 2020 a receita bruta aumentou mais de 56,2% face a 2019; e em 2021 cresceu 136,6 milhões de euros, um aumento de 111,3% em relação a 2019.

Relativamente aos dados de 2022, o primeiro trimestre registou um aumento de 235,3% face ao mesmo período homólogo de 2019, com uma faturação de 111,3 milhões de euros. Nesse sentido, o número de apostadores ativos em jogo online atingiu os 759,8 mil, um aumento de 441,8 mil jogadores face a 2019, ou seja, um crescimento de 138,9%.

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