Entre estas empresas contam-se a Xiaomi, a DeepSeek e a BOE Technology, especializada no desenvolvimento de ecrãs e uma das principais fornecedoras da Apple, avança a Reuters. Os legisladores do partido Republicano sugerem ainda a inclusão de mais 9 empresas, incluindo a Unitree Robotics, criadora de robots humanoides como o R1 ou o G1.
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Atualmente, esta lista conta com tecnológicas como a Tencent ou a CATL (Contemporary Amperex Techonology), na área das plataformas digitais e das baterias para veículos elétricos, respetivamente, que também estão na “lista negra” do Departamento do Comércio.
Ainda em junho, a DeepSeek já tinha sido acusada de apoiar o exército chinês e de tentar contornar as restrições impostas pelos Estados Unidos nas exportações. Já a BOE Technology é uma das muitas empresas chinesas na área dos ecrãs que os legisladores querem ver fora da lista de fornecedores do Pentágono até 2030.
Recorde-se que a Xiaomi já fez parte desta “lista negra” em 2021, mas apenas por uns meses. A fabricante chinesa tinha sido visada logo em janeiro desse ano, numa das últimas decisões do primeiro mandato de Donald Trump, e, em março, depois de ter levado o caso a tribunal, conseguiu que um juiz federal suspendesse temporariamente a ordem executiva. Já em maio, a tecnológica foi oficialmente removida da lista.
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