Na prática o projeto EU SEMEOTICONS criou um espelho que pode ler o código facial, descobrindo marcadores de risco cardio-metabolico e ajudar a desenvolver estilos de vida mais saudáveis. A ideia surgiu há quatro anos quando os investigadores decidiram mover o estudo da semiótica médica para plataformas digitais, permitindo aos pacientes identificarem sinais de risco aos quais também os médicos estão atentos.

Para já desenvolveram um equipamneto com multisensores, o Waze Mirror, que funciona como espelho mas consegue ler esses indicadores. O espelho dá então recomendações sobre o stress, gestão de ansiedade e também uma dieta mais saudável.

Já foram desenvolvidos e testados três protótipos que estiveram a ser usado em sites clinicos em Itália e França entre julho e outubro de 2016. A experiência envolveu 72 voluntários que interagiam com o espelho e iam aplicando as recomendações.

A equipa está a trabalhar para a criação de uma startup que traga o espelho para o mercado dos serviços de bem estar, como ginásios e outros centros dedicados ao exercício físico.