Quase um terço das organizações (31%) não estão preparadas para implementar inteligência artificial, admitiram os responsáveis entrevistados para o estudo “Governance of AI: A critical imperative for today's boards” da Deloitte, que auscultou 700 diretores de empresas sobre o tema em 56 países.
Os dados permitem assim concluir que, para muitas organizações, a transformação através da IA ainda está numa fase inicial, mesmo que o impulso para a ação esteja a crescer. Só 5% dos gestores de topo entrevistados para a pesquisa disseram que as suas empresas estão muito preparadas para a IA.
Os entrevistados admitem, no entanto, que é preciso acelerar a educação e a adoção da tecnologia e reconhecem que a IA não está ainda tanto quando deveria na agenda dos seus conselhos de administração.
Essa resposta foi agora dada por 31% dos inquiridos, um número ainda assim melhor do que o obtido na pesquisa anterior, quando 45% dos gestores admitiram que a IA não era tema na agenda da gestão. Na maioria das organizações retratadas na pesquisa, a IA está em fase experimental (38%), ou a ser usada apenas em áreas específicas e limitadas da empresa (35).
Os gestores (66%) também reconhecem que os seus conselhos de administração ainda têm “conhecimentos ou experiência limitados, ou inexistentes” em matéria de IA. Já 33%, dizem-se mesmo insatisfeitos e preocupados com o pouco tempo ainda dedicado ao temas nas suas organizações.
Uma parte importante dos entrevistados (40%) reconhecem no entanto que a preocupação com os temas da IA os levou a fazerem alterações nos seus conselhos de administração.
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