O desafio central dos CIOs já não é implementar IA, mas garantir que as decisões tomadas com o seu apoio conduzem a resultados positivos para o negócio, avisa Oleksii Reshetniak.
A avaliação do impacto da tecnologia na visão, mas também dos benefícios, é feita por Rita Nogueira que lembra que os avanços recentes na área da Inteligência Artificial estão a transformar a forma como prevenimos, diagnosticamos e gerimos patologias oculares.
Rui Ribeiro defende que a soberania não é um conceito de mercado nem uma etiqueta comercial, cabe ao Estado. E não se constrói em isolamento mas com inteligência estratégica, abertura e capacidade de aprender com o que de melhor se faz no mundo.
O percurso de Aliny Tristão na tecnologia começou com uma curiosidade genuína sobre como os sistemas funcionam e de que forma a inovação transforma o quotidiano. Mas é preciso dar palco a mais exemplos reais que possam incentivar raparigas e jovens mulheres a descobrir que também podem fazer parte desta transformação digital.
Rita Cadillon defende que é necessário um esforço comum na construção de um mundo e um mercado laboral onde ser mulher possa ser, de forma equitativa, sinónimo de profissionais e líderes onde a tecnologia, as engenharias, ciências e matemáticas constroem o futuro da nossa sociedade.
Sofia Habib partilha a sua experiência como aluna de Licenciatura em Gestão de Informação na Nova Information Management School, e Vice-Presidente da Junior Data Consulting e deixa um convite a todas as jovens para desafiarem as estatísticas ainda muito desfavoráveis para as mulheres nas TIC.
Recolher dados é cada vez mais fácil. Perceber quais importam continua a ser difícil. E a maioria das organizações investe no primeiro sem investir no segundo, acumulando métricas que criam a ilusão de controlo sem informar nenhuma decisão real, defende Rui Sousa Pedro.
Miguel S. Albergaria discorda da tese da neutralidade moral da tecnologia, em especial o caso de artefactos com capacidade de previsão, aprendizagem ou tomada de decisão.
Estamos a entrar na era em que a cloud não é um destino, mas um sistema nervoso distribuído, automatizado e cada vez mais inteligente, avisa Tiago Lopes Duarte.
Francisco Jaime Quesado defende que o Talento deve ser a chave de uma agenda de modernidade para Portugal e que é necessário renovar o modelo competitivo nacional.
O BIM (Building Information Modeling) é um dos exemplos de transformação do setor da construção e da reabilitação. Vasco Magalhães diz que a reabilitação urbana será o espaço onde se tornará mais evidente.
Para Patrice Caine, o potencial da IA para combater o enviesamento de género no ensino das ciências justifica investigação adicional, sobretudo num contexto em que persistem desigualdades significativas nas áreas STEM.
A IA já domina os mercados financeiros, mas, como defende Bruno Janeiro, esta revolução levanta uma questão central: estaremos perante a maior oportunidade da história dos mercados ou o início de uma nova forma de instabilidade financeira?
Cynthia Bravo defende que as organizações que melhor estão a tirar partido desta mudança que a IA traz são aquelas que encaram os agentes de IA como copilotos, não como substitutos, das suas equipas.
Em 2026, a cibersegurança deixou de ser apenas uma função de TI para se tornar uma questão empresarial estratégica e Samuel Cruz avisa que a melhor defesa podes não ser apenas tecnologia melhor.
A maturidade digital do mercado de pagamentos em Portugal é destacada por Juan Jose Llorente que aborda o futuro das lojas e do comércio "agentic", onde o cartão bancário é mais invisível.
Adrien Bestel defende que os dados, a conetividade e a capacidade de orquestrar sistemas complexos em tempo real foram o maior motor de transformação da mobilidade. No horizonte próximo o maior impacto será da integração inteligente.
O maior desafio dos projetos de Inteligência Artificial será provavelmente o humano, com os líderes das empresas a duvidarem da preparação das suas organizações para a mudança, defende Hugo Balseiro.
Mariana Delgado defende que o sector das tecnologias cresce, o talento em IT existe e a procura continua a aumentar. E questiona porque é que se continua a falar de escassez.