Francisco Jaime Quesado defende que o Talento deve ser a chave de uma agenda de modernidade para Portugal e que é necessário renovar o modelo competitivo nacional.
O BIM (Building Information Modeling) é um dos exemplos de transformação do setor da construção e da reabilitação. Vasco Magalhães diz que a reabilitação urbana será o espaço onde se tornará mais evidente.
Para Patrice Caine, o potencial da IA para combater o enviesamento de género no ensino das ciências justifica investigação adicional, sobretudo num contexto em que persistem desigualdades significativas nas áreas STEM.
A IA já domina os mercados financeiros, mas, como defende Bruno Janeiro, esta revolução levanta uma questão central: estaremos perante a maior oportunidade da história dos mercados ou o início de uma nova forma de instabilidade financeira?
Cynthia Bravo defende que as organizações que melhor estão a tirar partido desta mudança que a IA traz são aquelas que encaram os agentes de IA como copilotos, não como substitutos, das suas equipas.
Em 2026, a cibersegurança deixou de ser apenas uma função de TI para se tornar uma questão empresarial estratégica e Samuel Cruz avisa que a melhor defesa podes não ser apenas tecnologia melhor.
A maturidade digital do mercado de pagamentos em Portugal é destacada por Juan Jose Llorente que aborda o futuro das lojas e do comércio "agentic", onde o cartão bancário é mais invisível.
Adrien Bestel defende que os dados, a conetividade e a capacidade de orquestrar sistemas complexos em tempo real foram o maior motor de transformação da mobilidade. No horizonte próximo o maior impacto será da integração inteligente.
O maior desafio dos projetos de Inteligência Artificial será provavelmente o humano, com os líderes das empresas a duvidarem da preparação das suas organizações para a mudança, defende Hugo Balseiro.
Mariana Delgado defende que o sector das tecnologias cresce, o talento em IT existe e a procura continua a aumentar. E questiona porque é que se continua a falar de escassez.
A propósito dos riscos de segurança dos modelos de IA, vulneráveis a padrões indesejáveis e prompt hacking, Nuno China defende que proteger a IA é proteger o futuro.
Quando bem enquadrado, o outsourcing é uma ferramenta estratégica para aumentar a velocidade de execução das organizações mas Jorge Paiva avisa que sem capacidade de orientação pode transformar-se num travão significativo para o negócio.
Lucas Valente Lima recorda o caso do LockBit 5.0 para recordar os riscos que as organizações em Portugal enfrentam na cibersegurança e a entrada em vigor da NIS2.