Em tempo de férias, multiplicam-se as fotografias de crianças que muitos pais publicam nas redes sociais. Fernanda Ledesma questiona se estamos a proteger o futuro digital dos mais novos.
Quase uma semana depois do eclipse do Sol, Mário Alves usa o fenómeno como ponto de partida para falar sobre o problema da falta de dados nas empresas portuguesas.
Apesar do Governo não ter confirmado que a proposta da cibersegurança passar para a tutela dos serviços de informações, Rui Martins escreve que este não é um episódio isolado e que o tema devia ser objeto de um
Na Administração Pública, o principal desafio não é a incorporação de tecnologia, como a inteligência artificial, automação ou novas plataformas. Tiago Lopes Duarte diz que a transformação digital depende de organizações aptas para compreender, governar e utilizar essas tecnologias com conhecimento e sentido crítico.
A escassez de talento é um dos principais obstáculos ao crescimento dos vários sectores na tecnologia. Nuno Ferro defende que reforçar a presença das mulheres é uma necessidade inadiável.
Na contabilidade ou na fiscalidade, onde um erro pode ter consequências legais, nas operações, onde a análise de dados permite antecipar falhas e otimizar recursos, a IA potencia a melhoria da qualidade da decisão, mas não substitui a avaliação humana, defende Tiago Costa Lima.
Os relógios inteligentes, bandas e até anéis, são instrumentos que podem ajudar a medir indicadores relevantes de saúde e transformar a atividade física, com mudanças reais, defende Luís Rita.
A detenção de Andrew Tate reabre a pergunta errada. O problema nunca foi ele poder falar – foi as plataformas terem transformado o que ele diz num produto, defende Elisa Tarzia.
Nuno Miguel Guerra lembra que antes de começarem usar a IA para o trabalho do dia a dia, as empresas devem avaliar se a informação está preparada. E avisa que a próxima fase da transformação digital será menos sobre acrescentar tecnologia e mais sobre reduzir fricção.
Tal como confirmamos se levamos os documentos, se fechámos a porta de casa ou se temos tudo preparado antes de viajar, também faz sentido dedicar alguns minutos à nossa segurança digital. Vitor Oliveira alinha 10 recomendações a ter em conta.
Miguel Oliveira recorre ao conhecimento da psicologia para analisar a forma como a IA está a transformar o trabalho e as competências, e o potencial de aumentar os humanos.
Os fundadores do projeto Agarrados à Net escrevem sobre a proposta do Ministério da Educação, Ciência e Inovação para alargar, até ao 9º ano, a proibição de uso dos smartphones no contexto escolar, desmontando alguns dos mitos associados.
Os sistemas multiagentes exigem mais coordenação, maior capacidade computacional e testes mais rigorosos. Oleksii Reshetniak lembra que à medida que o número de agentes aumenta, o sistema passa a assemelhar-se cada vez mais a um ambiente de software distribuído.
A IA está a tornar-se uma camada operacional capaz de executar tarefas com autonomia crescente e Rui Ribeiro defende que esta é uma oportunidade extraordinária para as pequenas empresas ganharem escala.
A tecnologia necessária para captar e produzir conteúdos 3D está mais acessível mas persistem ainda lacunas para criar experiências 3D e XR de forma fácil, defende João Melo Rodrigues.
As novas ferramentas trazem mais do que uma nova forma de olhar para os incidentes, libertando os administradores de sistemas para uma abordagem estratégia e proativa, defende Cristina Alves.
O prazo para a transposição da Diretiva sobre o Direito à Reparação termina amanhã e Paulo Fonseca alerta para a falta de indicação de que Portugal vai cumprir as datas. Quem perde é o consumidor.
Em muitas organizações, a IA continua focada em ganhos operacionais internos, em vez de estar alinhada com objetivos estratégicos de negócio, destaca Ernesto Barbosa.
Entre ideias feitas sobre a segurança de ambientes isolados e do controle humano, David Brauchler escreve como as organizações gerem eficazmente os riscos nas áreas financeiros.
O cibercrime é cada vez mais sofisticado e democratizado, com consequências diretas na escala e na frequência dos ataques. Paula Leal Monteiro diz que a boa notícia é que a mesma tecnologia utilizada para atacar pode – e deve – ser usada para defender.