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No Vine para Android também há ir e voltar

Este artigo tem mais de 12 anos

Repetir é o mesmo que reproduzir uma segunda vez. Tornar a dizer o que já foi dito pode parecer aborrecido, mas se for contado em imagens ganha uma dinâmica que pode ser viral.


Vine

Mais de quatro meses depois de ter sido lançada para iOS, a aplicação Vine chega ao sistema operativo móvel da Google para trazer os vídeos de seis segundos repetitivos e em loop constante. Ou a produção é bem executada ou o produto final bem que pode repetir-se que vai cair no esquecimento.

O serviço de vídeo que tem ligação ao Twitter vai requerer aos utilizadores que a versão do Android seja a 4.0 ou ainda mais recente. Os utilizadores do sistema operativo do robô verde não têm algumas funcionalidades disponíveis para iOS, mas em compensação podem fazer zoom nas imagens captadas.

Atualmente o serviço conta com 13 milhões de utilizadores ativos e apesar de ainda não ter integração com a plataforma social da gigante de Mountain View – o Google+ -, promete em breve suporte à partilha em mais redes sociais.

A aplicação tem conseguido gerar bastante furor social e até já conseguiu alguns exclusivos, sendo usado por exemplo para promover filmes e revelar teasers mesmo antes de os trailers chegarem às plataformas de vídeos como o Youtube ou iTunes.

O sucesso do Vine foi no entanto ensombrado durante algum tempo por uma vaga de pornografia que invadiu o serviço online.


Escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico

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