O prazo para a transposição da Diretiva sobre o Direito à Reparação termina amanhã e Paulo Fonseca alerta para a falta de indicação de que Portugal vai cumprir as datas. Quem perde é o consumidor.
Em muitas organizações, a IA continua focada em ganhos operacionais internos, em vez de estar alinhada com objetivos estratégicos de negócio, destaca Ernesto Barbosa.
Entre ideias feitas sobre a segurança de ambientes isolados e do controle humano, David Brauchler escreve como as organizações gerem eficazmente os riscos nas áreas financeiros.
O cibercrime é cada vez mais sofisticado e democratizado, com consequências diretas na escala e na frequência dos ataques. Paula Leal Monteiro diz que a boa notícia é que a mesma tecnologia utilizada para atacar pode – e deve – ser usada para defender.
Portugal acredita no potencial da cloud para acelerar a adoção da IA, mas a distância entre ambição e execução continua a separar líderes de seguidores, defende Pedro Cruz.
Enquanto UX/UI designer e por defeito de profissão, nos últimos anos, Joana Nobre Anjo tem estado cada vez mais atenta à forma como a Inteligência Artificial tem redefinido a maneira como vemos e desenhamos a experiência para o utilizador.
A olhar para o Mundial de 2030, em que Portugal é co-organizador, Ricardo Marvão diz seria um erro limitar a ambição de um ecossistema de inovação que une a Europa e África ao futebol.
a responsabilidade da Cibersegurança não pode continuar fechada no IT. Já não é apenas um tema tecnológico; é uma responsabilidade organizacional que exige envolvimento da gestão e capacidade de traduzir risco para a linguagem da decisão, avisa David Grave.
A União Europeia tem uma regulação para a proteção de dados que vai do RGP ao AI Act mas Miguel S. Albergaria avisa que o sucesso depende de monitorização e adaptação permanente.
Qual é a melhor forma de avaliar um modelo como o AMÁLIA? Rui Ribeiro defende que o sucesso de um modelo nacional não pode ser medido apenas pela fotografia do dia do lançamento.
O futuro das cidades será mais conectado e orientado por dados. Mas essa evolução depende de uma base sólida: hardware adequado, conectividade inteligente e plataformas capazes de transformar informação em ação, avisa Afonso Freitas.
Ana Alves partilha a sua experiência na Póvoa Volley Cup e defende que o desporto é um dos ambientes mais ricos para despertar vocações nas áreas STEM (Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática), podendo ter um papel transformador.
A partir de casos jurídicos específicos, Tony Branco questiona de quem é a responsabilidade quando a IA se engana ou mente. E lembra que um cliente que perde um processo devido a estas falhas dos modelos tem, em teoria, uma ação contra quem os apresentou.
Nuno Higgs escreve sobre a aprovação no Parlamento Europeu do Chat Control e a forma como o processo se desenrolou e que permite agora a vigilância indiscriminada das mensagens.
Pedro Henriques escreve sobre a postura da Anthropic com o Claude Code, lembrando que os fins não justificam os meios e defendendo os modelos de pesos abertos.
Myles Spittle escreve sobre os desafios da tecnologia no Campeonato do Mundo da FIFA e a parceria com a Lenovo para implementar soluções que garantam uma boa resposta nesta escala de utilizadores e de tempo.
O verdadeiro valor da IA não está apenas na automação, mas na capacidade de interpretar melhor a informação complexa em escala, defende Francisco Val Ferreira.
Inteligência artificial, tokenização e software como serviço (SaaS) estão a impulsionar a transformação digital do sector automóvel e Pedro Gaia avisa que o desafio passa por perceber como integrar estas tecnologias de forma estratégica, criando vantagens competitivas sustentáveis.
Num cenário onde a mais pequena falha pode original perdas financeiras avultadas, Nuno Beça defende que as estruturas robustas de engenharia digital emergem como a força motriz para acelerar a inovação.
Como se avaliam as pessoas num mundo de trabalho cada vez mais híbrido e digital? As pessoas estão a ser analisadas pela rapidez de resposta e pela disponibilidade constante, mas existe um risco quando esses dados passam a ser confundidos com contributo e desempenho, defende Rita Vaz Osório.