Cerca de um terço dos utilizadores portugueses de Internet passa pela conta na rede (ou redes) social pelo menos uma vez por dia. A conclusão é de um estudo que será divulgado hoje e cujas principais conclusões são antecipadas na edição desta manhã do Público.



O documento produzido pelo Lisbon Internet Network - organismo que integra diversas instituições de investigação - conclui que o acesso ao email e a procura de informação continuam a ser as motivações mais fortes para aceder à rede. Contudo, estas funções mais tradicionais da Internet são seguidas cada vez mais de perto por novos hábitos, como a utilização de redes sociais.



O estudo conclui que 51 por cento dos portugueses passa pela conta no Facebook, ou outra rede social, pelo menos uma vez por semana e um terço não dispensa visitar este tipo de sites diariamente, sobretudo para manter contacto com amigos que estão longe ou para fortalecer laços.



Entre os utilizadores destes serviços vinga, aliás, uma forte convicção de que plataformas deste género são "essenciais para a manutenção dos laços pessoais", responderam 72 por cento dos inquiridos neste relatório sobre a Utilização da Internet em Portugal.



Os jovens integram o universo etário com uma rede mais alargada de contactos, com metade dos utilizadores com idades entre os 15 e os 34 anos a gerir perfis com mais de 100 amigos. As mulheres são quem partilha mais informação pessoal, embora sejam também quem está menos disponível para manter contactos com pessoas que não conhece pessoalmente. Só 18 por cento das inquiridas admite manter amizade virtual com pessoas que não conhece. No caso dos homens a média sobe para 25 por cento.



O estudo também aborda a questão dos downloads ilegais, concluindo que um em cada três inquiridos acede a música - e 22 por cento a filmes - protegida por direitos de autor, pelos quais não pagou. A maioria dos piratas - mais de quarenta por cento do total de inquiridos - garante que a principal razão para aceder a conteúdos ilegalmente é o facto destes serem gratuitos. Uma percentagem menor garante que só faz downloads ilegais em relação a conteúdos que ainda não estão legalmente disponíveis em Portugal.

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