O Honor 9 já tinha sido apresentado oficialmente pela marca, mas agora que chegou à Europa o TEK teve acesso ao equipamento para tirar umas primeiras impressões. A submarca da Huawei trouxe para o mercado um novo equipamento de topo que apresenta algumas semelhanças quando comparado ao flagship da sua empresa mãe, o Huawei P10.

Integra um ecrã de 5,15 polegadas, o mais recente processador da empresa, o Kirin 960, uma Ram de quatro ou 6GB e um armazenamento interno de 64 ou 128GB que pode ainda ser expandido através de um cartão microSD. A bateria é de 3200 mAh e o equipamento possuí carregamento rápido.

André Mei, gestor de produto da Honor, explicou ao TEK que a marca planeia fazer uma “grande aposta em conteúdos promocionais online para levar as pessoas a interagir mais com o mercado online”, uma vez que os 80 milhões de utilizadores que a Honor possuí atualmente pertencem a uma faixa etária compreendida entre os 18 e os 35 anos.

Com um design parecido ao P10 mas com uns detalhes diferentes, o Honor 9 consegue chamar a atenção nem que seja pelas duas cores em que vai ser, inicialmente, comercializado: “sapphire blue” e “glacier gray”. A versão em preto estará disponível mais tarde. As linhas do equipamento foram cuidadosamente pensadas para proporcionar uma sensação agradável na mão e passar a ideia de que todo o equipamento é feito de uma única peça.

 

“A traseira é composta por 15 camadas de vidro que, a cada 500 unidades que são produzidas, são alteradas a ordem das camadas para que o efeito de reflexo tipo aurora boreal seja diferente, oferecendo assim uma diferenciação entre os equipamentos”, explicou ao TEK o gestor de produto da Honor.

O corpo em vidro e metal oferecem o aspecto premium de um smartphone topo de gama que, neste caso, vê o preço de venda começar nos 459,90 euros. De inicio, em Portugal, estará disponível apenas a versão de 64GB e 4GB de RAM mas a empresa está a avaliar a possibilidade de vender, também, a versão mais composta.

André Mei esclarece a inclusão do sensor de impressões digitais na parte frontal do equipamento, ao contrário do Honor 8 que o tinha na traseira. “A Honor deu ouvidos aos consumidores e, depois de algumas análises, o geral era uma preferência pelo sensor à frente. É uma questão de comodidade por causa de ter o smartphone pousado numa mesa ou, nos suportes para o carro”.

Uma grande e distinta característica deste equipamento é, tal como acontece no P10, as duas câmaras traseiras. Esta é uma tendência que, ao que tudo indica, pode bem ser o futuro da fotografia nos smartphones e a Honor não quer ficar para trás.

A câmara principal é de 12 megapíxeis e, a secundária, aumenta a resolução para os 20 megapíxeis, oferecendo a capacidade de fazer zoom híbrido até 2x. A segunda câmara é, como nos equipamentos Huawei, monocromática. À frente o utilizador é contemplado por uma câmara de oito megapíxeis com uma abertura f/2.0.

Um dos pontos de destaque do equipamento é focado na experiência fotográfica noturna, mas isso só com testes se pode ter a certeza das verdadeiras capacidades deste pequeno grande flagship. A Honor distingue-se neste ponto especifico da câmara ao introduzir capacidades de registo de objetos 3D, em parceria com a Fyuse.

Como não podia deixar de ser, uma vez que se trata de um equipamento de topo, O Honor 9 vem com o Android 7 instalado e com a skin da Huawei, a EMUI 5.1.

Tendo apenas uma única coluna na parte inferior do equipamento, a Honor apostou numa melhor experiência de áudio através dos auriculares. Com o sistema Huawei Histen, é possível proporcionar diversos efeitos de acústica ao utilizar qualquer tipo de auriculares.

Pode optar por ouvir a música como se estivesse a ser emitida à sua frente, num espaço amplo ou tal e qual como foi gravada, caso não seja fã das outras hipóteses.

Em parceria com a Monster, a Honor vai também vender, em separado, uns auriculares pensados para se destacarem e ofereceram uma experiência melhor em conformidade com o sistema implementado no Honor 9.