O CareKit está assente em quatro módulos que permitem a monitorização de cuidados de saúde planeados, como a toma de medicamentos ou sessões de fisioterapia; o registo de informação sobre sintomas; a esquematização desses dados em mapas; e a ligação dessa informação a médicos, cuidadores ou familiares.

No evento de Primavera realizado esta segunda-feira a partir da sede da empresa em Cupertino, a Apple explicou que quando lançou o Researchkit queria contribuir para a investigação em algumas áreas médicas. Com este kit os investigadores já podiam criar aplicações para distribuir pelos doentes, acelerando a recolha e centralização de dados de pacientes reais. A ideia passa agora por abrir caminho à criação de um maior número de aplicações com estas características, mais focadas nas necessidades dos utilizadores individuais.

O Carekit estará disponível a partir do próximo mês e que vai ajudar a criar aplicações que ajudem as pessoas com determinadas doenças a monitorizar melhor a sua situação. A primeira doença contemplada neste pacote de ferramentas de código aberto é o Parkinson. Neste vídeo a Apple explica a sua visão para esta área e o surgimento destes dois instrumentos: o ResearchKit e o Carekit.

 

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