Das 14 candidaturas submetidas nesta primeira edição do inRes foram escolhidas aquelas que apresentaram "projetos sólidos de comercialização de produtos e serviços na área das Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC)", refere-se numa nota enviada à imprensa.

A DISPLR é uma spinoff da Universidade do Minho, que apresenta um novo media social que vai reformular o papel das demonstrações públicas digitais como um meio de comunicação, com um foco nos processos de interação social e reforçando a cadeia de valor.

De Lisboa, a Followprice é uma startup apoiada pelo programa Bluestart da Portugal Telecom, que tem uma ferramenta de marketing digital avançada vocacionada para sítios de comércio eletrónico (e-commerce stores) que permite aos clientes seguirem os seus produtos favoritos e, posteriormente, serem avisados sobre as suas mudanças de preço.

A WeTruck é um projeto pré-incubado no UPTEC, que está a desenvolver um sistema inovador de recuperação de energia para camiões de refrigeração.

Igualmente integrada no UPTEC, a Xhockware é uma startup que tem como primeiro produto o SmartShopping, um sistema de checkout que irá mudar a forma como os clientes realizam o processo de compra em loja, permitindo efetuar o pagamento de um carrinho de compras completo em menos de um minuto, assegurando ao retalhista proteção contra roubo.

Através do inRes, estas equipas vão beneficiar de um programa de aceleração de negócios, que inclui uma primeira fase de formação intensiva em Portugal, seguindo-se um período de seis semanas de imersão em Pittsburgh e na Carnegie Mellon University, nos Estados Unidos.

Do outro lado do Atlântico, as equipas vão passar algum tempo num acelerador de negócios, beneficiando dessa experiência para as suas ideias de negócio, e irão contactar com grupos de investigação e especialistas de topo, tendo acesso a redes globais de empreendedores, parceiros, potenciais clientes e investidores, entre outros.

"O inRes vai ajudar a fortalecer e a consolidar as competências de gestão de equipas empreendedoras de startups de base tecnológica, dado que as exporá a ambientes internacionais altamente competitivos", refere João Claro, diretor nacional do Programa CMU Portugal.

O responsável reforça que já foram criadas 10 startups em sete anos de parceria entre universidades e laboratórios de investigação portugueses, empresas e a Carnegie Mellon University. O inRes terá uma segunda edição a lançar em 2015, acrescentou.

Escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico

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