Para acederem a este programa, os empreendedores de outros países terão que demonstrar que “querem desenvolver atividades empresariais de produção de bens e serviços inovadores”, que “vão abrir ou deslocalizar empresas e/ou projetos centrados em tecnologia e em conhecimento, com perspetiva de desenvolvimento de produtos inovadores”, que “gozam de potencial para criação de emprego qualificado” e que têm potencial “para atingir, três anos após o período de incubação um valor de 325.000€, ou um volume de negócios superior a 500.000 €/ano”.

O grau de inovação, a escalabilidade do negócio e potencial de mercado, a capacidade da equipa de gestão, o potencial de criação de emprego qualificado em Portugal e a relevância do requerente na equipa são os critérios através dos quais é feita a avaliação do potencial económico e inovador, anunciou esta segunda-feira em comunicado o Ministério da Economia.

As candidaturas são feitas através de uma plataforma online disponível a partir de janeiro de 2018 e, ao investirem e criarem emprego qualificado, as empresas poderão integrar uma incubadora da rede Startup Portugal e beneficiar de todos os incentivos e apoios do Programa Startup Portugal.

O Ministério de Manuel Caldeira Cabral defende que o objetivo do “Startup Visa” é atrair para Portugal “investimento e talento”, reforçando o “ecossistema de inovação e afirmar Portugal como um país aberto ao empreendedorismo”.

O lançamento do programa que pretende criar “um estatuto de certificação de empresas e incubadoras para que possam acolher cidadãos de estados terceiros empreendedores e altamente qualificados” vai acontecer amanhã, terça-feira, às 13h00, no decorrer do Web Summit.

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