Um monitor que se destine ao trabalho pode ser bastante diferente de um modelo que utilizamos em casa para jogar ou “consumir” conteúdos multimédia. E por várias razões, entre elas as muitas funcionalidades e características de que apenas os profissionais sentem falta.

A começar pelo design. Já pensou que pode ser necessário colocar o ecrã do monitor totalmente na vertical? Se é programador, certamente que sim – porque consegue assim ter mais espaço para arrumar um segundo ecrã, ao lado, e porque, mais importante ainda, consegue visualizar mais linhas de código em simultâneo.

Se é fotógrafo ou editor de vídeo, por seu turno, também sabe que não será qualquer monitor que conseguirá mostrar-lhe imagens com a qualidade e “fiabilidade” que requer o trabalho. Desde o espaço de cor sRGB aos níveis de contraste e brilho, tudo conta e não pode falhar em termos de calibração.

Existem muitas outras situações em que um monitor das gamas profissionais das várias marcas do segmento acaba por ser determinante. E com relação direta com várias funcionalidades que não encontramos num monitor tido como normal.

Um ecrã, várias ‘fontes’ de imagens

Um exemplo claro é a possibilidade de podermos ter no mesmo ecrã imagens de mais do que uma fonte, digamos assim. É o que fazem as funcionalidades Picture in Picture (PiP) e Picture by Picture (PbP), por exemplo.

A primeira permite-nos ter as imagens que nos chegam de um computador ligado na porta HDMI 1, por exemplo, numa janela principal e em full screen ao mesmo tempo que numa janela mais pequena temos as imagens que nos chegam vindas do portátil ligado à HDM2.

Agora imagine fazer isto com o ecrã dividido em quatro janelas do mesmo tamanho, todas elas com conteúdos provenientes de quatro equipamentos distintos, estejam eles ligados via HDMI, DVI, MHL ou DisplayPort. É a função Picture by Picture.

E sem esquecer que, se o mesmo ecrã disponibilizar uma resolução Ultra HD, cada um destes espaços pode ser Full HD. Até porque a dimensão do ecrã do monitor é outros dos pontos mais importantes na escolha de um modelo de trabalho.

E isto porque, pelo menos nestes nove exemplos que compõem a galeria acima, a dimensão do ecrã importa. Para ter várias imagens diferentes no ecrã em simultâneo e para manter uma visão ampla de todos os programas com que trabalhamos, quanto maior o ecrã, melhor.

Sem esquecer a resolução, que tem como patamar mínimo, preferencialmente, o Ultra HD/4K, como seria de esperar. Mas nada melhor do que ler as descrições resumidas de cada modelo acima e perceber quais as características que podem fazer a diferença em ambientes profissionais. São muitas e importantes.

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