Vivemos num mundo ligado, mas os custos de ligação nem sempre são fáceis de suportar - em roaming então nem se fala. Além disso, dependendo dos sítios que fazem parte dos nossos itinerários quotidianos (ou especiais), por vezes a ligação à rede falha ou pode nem se quer existir infraestrura disponível.

De que nos servem todas as apps que descarregámos entretanto para o smartphone ou para o tablet quando não temos acesso à Internet? De muito se assegurarmos que funcionam offline.

Aplicações com tal característica poderão garantir que não se perde ou que diz as palavras certas num país estrangeiro ou que se mantém informado sobre as manchetes do dia ou consegue consultar o email apesar de ainda lhe faltarem duas horas da viagem de avião.

Numa outra perspetiva, podemos também alegar que as aplicações que funcionam offline são, principalmente, uma garantia para poupá-lo de momentos de aborrecimento.

Há aplicações cujo funcionamento offline pode ser mais óbvio, como os jogos. Neste segmento vai encontrar facilmente muitos exemplos que não precisam de acesso à Internet para funcionarem plenamente, como a popular saga AngryBirds - que conheceu recentemente um novo episódio no espaço - o Fruit Ninja, o Pig Rush ou o Tetris.

A grande "febre" dos vídeos terá também em breve uma opção móvel que funciona offline, a julgar pelo recente anúncio por parte do YouTube.

O serviço está a preparar o lançamento de uma funcionalidade que vai permitir aos seus "utilizadores móveis" guardarem vídeos para verem mais tarde, quando não há ligação à Internet disponível.
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Na área do entretenimento, e relativamente a música, também há apps com "modo offline". É o caso do Groove, que entra na classe dos chamados "leitores de música inteligentes", que criam playlists por conta própria, a partir da "biblioteca" dos utilizadores - neste caso da iTunes, já que só está disponível para iOS.

Em serviços de streaming, o popular Spotify também pode ser usado sem acesso à Internet, mas apenas por quem subscreva a opção Premium (6,99 euros).

Com a música como protagonista também tem à disposição o musiXmatch, já falado no TeK, para quem gosta de saber as letras do que ouve ou canta.

Começando a sair do entretenimento e passando para a área da "informação", há um conjunto de apps que permitem assinalar artigos, páginas, vídeos encontrados na Web para ler ou ver mais tarde, como por exemplo a Pocket, que tem uma versão gratuita para Android, como também demos conta.

Apps que também funcionam online como o editor de documentos Quickoffice, que passou recentemente a gratuito, o gestor de notas Evernote ou o software baseado na nuvem Prezi, para criação de apresentações - os três já mencionados pelo TeK - podem ser úteis para quem usa o smartphone como instrumento de trabalho.

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Seja no campo profissional ou no pessoal, o acesso à caixa de email é importante e também aqui há opções para quando o acesso à Internet não está disponível. Normalmente os serviços de correio possibilitam a escrita de mensagens offline, que são enviadas quando exista acesso à Internet, como acontece com o Gmail.

Na orientação geográfica pode optar pelo OffMaps 2 para iOS (0,89 euros), que lhe permite descarregar mapas para consulta offline. Na tradução a sugestão vai para o Google Translate, que possibilita o download de dois idiomas.

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Com estas duas apps terá, com certeza, menos probabilidades de se perder ou de cometer uma gafe num país estrangeiro.

Nota de redação: Esta montra foi originalmente publicada no dia 25 de setembro.

Escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico

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