Usado por artistas e designers, o software da Adobe não é a única alternativa do género no mercado, mas continua a ser uma das mais populares. É um recurso usado dos maiores blockbusters da indústria do cinema às fotos caseiras, para melhorar características, eliminar ou adicionar elementos ou transformar completamente ambientes. Há tudo.



Em 25 anos têm sido produzidas muitas "melhorias falhadas", algumas das quais correm mundo através da Internet. São também aos milhões os exemplos de criatividade que exploram ao limite as características do software da Adobe e que a marca neste aniversário aproveita para destacar.

Há um vídeo, que é uma espécie de homenagem à criatividade dos artistas que têm vindo a tirar partido dos recursos do Photoshop, onde também cabem imagens emblemáticas de filmes com a marca do Photoshop, como Avatar ou Shrek.





Há também um conjunto de 22 imagens destacadas pela empresa no Behance, cartões de visita para o trabalho de outros tantos artistas, que aqui passamos em revista. Têm em comum o facto de serem mestres do Photoshop e de terem menos de 25 anos.

Nos próximos meses a galeria vai crescer, porque a Adobe acaba de lançar um desafio para estimular a apresentação de mais criações em Photoshop. O desafio dirige-se a sub 25 que queiram publicar na plataforma. Devem usar a tag Ps25Under25 para tentar a sorte e ser um dos escolhidos para ver os trabalhos divulgados no Instagram da marca.



Recuando no tempo é preciso voltar a 1987 para chegar ao ano em que Thomas Knoll criou o programa de edição de imagem Display. Da colaboração com o irmão John Knoll nasceram novas funcionalidades, que passaram a permitir o processamento de ficheiros de imagens digitais. O software começou a dar nas vistas e em 1990 foi comprado pela Adobe, que o batizou de Photoshop e começou a comercializá-lo. Na altura, a primeira demo do produto fazia-se assim:





As previsões iniciais de vendas da Adobe, quando comercializou a versão de estreia do produto apontavam para 500 cópias mensais do produto, um número que os fundadores consideraram completamente irrealista, mas que rapidamente veio a concretizar-se e a ser ultrapassado. Dez anos depois tinham sido vendidas 3 milhões de cópias.



Os anos seguintes foram de evolução e o Photoshop de hoje vai muito além daquilo que tinha para oferecer no início do novo milénio. Se lhe dissermos que é possível usar o programa para transformar uma mulher numa fatia de pizza acredita? É bom que sim.








E não podíamos fechar sem deixar um alerta amigo. Não acredite em tudo o que vê nas campanhas publicitárias. Uma produção fotográfica não envolve só maquilhagem, roupas sexy e jogos de luz. Na verdade. Na verdade, isso pode ser quase irrelevante.



Escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico

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