A oferta de telemóveis é hoje vasta e, quase se pode dizer, para todos os gostos. Aos fabricantes tradicionais juntaram-se novos actores - como a Apple. Aos segmentos mais tradicionais juntaram-se segmentos dos segmentos, que subdividem as ofertas de forma cada vez mais detalhada e dirigida a necessidades específicas.



Em todo este percurso que o sector móvel tem feito, uma das novidades relativamente recentes é o posicionamento dos operadores móveis como marca de equipamentos. Portugal não é excepção e também acompanha esta tendência. Hoje são vários os produtos que pode encontrar se vai às compras nesta área.


A Vodafone deu o pontapé de saída, mas TMN e Optimus seguiram-lhe o rasto. As apostas das fabricantes neste campo concorrem essencialmente pelo preço. A regra aplica-se mesmo a equipamentos de gama mais alta, como os smartphones, onde os produtos do operador procuram constituir uma alternativa competitiva em termos de preços, face às fabricantes convencionais.



É o caso do Vodafone 858, lançado no final da semana passada pela nº2 do mercado português, é agora a mais recente novidade num portfólio de terminais próprios do qual fazem parte 16 telemóveis, neste momento.

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O Vodafone 858 é suportado na versão 2.2 do sistema operativo móvel Android, sendo o único dispositivo na gama de produtos dos operadores a assegurar esta versão da plataforma. As restantes ofertas para já disponíveis usam versões anteriores do sistema operativo promovido pela Google.



Nesta terceira investida da marca Vodafone em smartphones com Android, o ecrã é táctil QVGA capacitivo de 2,8 polegadas. A câmara é de 2 megapixéis e a conectividade HSDPA e Wi-Fi. O 858 integra ainda A-GPS e um sensor de proximidade. Privilegia a ligação às redes sociais e conta ainda com várias aplicações pré-carregadas, como o Gmail, Google Maps ou Google Navigation, aplicações âncora do sistema operativo.



O Vodafone 858 está disponível por 89,90 euros na loja online da operadora. As outras duas apostas que a empresa já tinha feito no Android foram com o 845 e 945. Este último mantém-se disponível na loja online, e é aliás a oferta mais cara do catálogo, custando 99,90 euros.



O 845 está à venda na secção de outlet e baixou de preço de 129,90 euros para 79,90 euros. Equipado com a versão 2.1 do Android, este modelo tem um ecrã maior e uma câmara mais poderosa. O ecrã é de 3.2 polegadas e a câmara de 5 megapixéis.



A proposta mais barata da oferta Vodafone com marca própria custa 19,90 euros - Vodafone 246 - e destina-se a quem só precisa mesmo de fazer chamadas.

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Quem também deu notícias recentemente nesta área dos dispositivos de marca própria foi a Optimus, com o lançamento do Optimus Pequim, que o TeK teve oportunidade de testar.



Com oito telemóveis em nome próprio listados na oferta online, a Optimus junta ao Pequim o Boston e o San Francisco, para compor a sua oferta suportada em Android (nas versões 2.1 e 1.6, no caso do Boston).



Tal como na concorrência os preços também são um dos pontos-chave da oferta Optimus, se bem que por aqui o equipamento mais barato e mais caro têm um interval de preço diferente daquele que propõem as concorrentes, embora valha a pena analisar estas diferenças também à luz das características dos equipamentos a comparar.



A proposta mais barata na oferta de equipamentos Optimus custa 49,90 euros na loja online e vai para o Optimus Lisbon, com câmara de 1.3 megapixéis, bluetooth, ligação USB e leitor MP3.



Já o produto topo de gama é o Optimus San Francisco, com ecrã de 3,5 polegadas, câmara de 3,2 megapixéis e processador de 600 Mhz. Custa 169,90 euros.



Na oferta da Optimus vale ainda a pena referir outra novidade recente, o Optimus Rio II, posicionado numa gama mais baixa do mercado e lançado também recentemente. Com conectividade 3,5 G, ecrã táctil de 2,4 polegadas, câmara de 3 megapixéis, gravador de vídeo e bluetooth, o modelo custa 89,90 euros.

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A líder TMN disponibiliza na loja online 15 modelos de telemóveis com assinatura própria, com preços entre os 19,90 euros (TMN 1010) e os 129,9 euros para o A1. Nos smartphones que compõem esta oferta, as propostas divide-se entre Android 2.1 e o Windows Mobile (6.1 e 6.5), no que diz respeito às plataformas de software.



Já no que se refere aos modelos suportados em Android, a TMN responde à concorrência com o A1 e com o TMN Soft Stone, ambos com a versão 2.1 do sistema operativo desenvolvido pela Google.



O topo de gama da oferta TMN com marca própria na loja online é aliás o A1, com ecrã táctil de 3,5 polegadas, conectividade HSUPA, Wi-Fi, GPS (e licença vitalícia NDrive), o dispositivo inclui ainda uma câmara de 3,2 megapixéis.



Mais recente, mais caro (149,90 euros) e também mais interessante em termos de configurações é o Sapo A5, lançado no final do ano passado e sobre o qual o TeK já teve oportunidade de falar e analisar. Não sendo uma oferta TMN pura (no site nem sequer o vai encontrar na secção de dispositivos de marca própria - está na secção de smartphones: Android) é uma proposta do grupo (já com a versão 2.2 do Android), que vale a pena ter em conta.



Vale ainda a pena dizer que a TMN foi a mais rápida do mercado a lançar um smartphone com a versão 6.5 do Windows Mobile, plataforma que dá suporte ao Bluebelt II.



O equipamento chegou ao mercado em Dezembro de 2009 e continua na oferta da marca própria da operadora, tal como a versão original do Bluebelt, ainda equipada com a versão 6.1 do sistema operativo da Microsoft, entretanto evoluído para novas gerações.



Nota de redacção: Actualizado com mais informação sobre o Sapo A5, que não é promovido como oferta da TMN mas é da responsabilidade do grupo.

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