Esta semana surgiram os primeiros rumores sobre a próxima versão do Android. Denominada por “M”, especula-se que seja detalhada durante a conferência Google I/, mas pouco mais se sabe sobre o que poderá trazer de novo o sistema operativo.

A Bloomberg, no entanto, parece ter conseguido uma informação sobre o novo Android. De acordo com a agência, a Google vai refinar o sistema de permissões das aplicações para que os utilizadores tenham mais poder para evitar situações de violação de privacidade.

Por exemplo, o jogo Criminal Case, um dos mais populares do momento no Google Play, antes de ser instalado pede permissão para: compras na aplicação; identidade; fotografias, multimédia e ficheiros; informações de ligação Wi-Fi; e ID do dispositivo e informações de chamada.

Ainda que muitos utilizadores acabem por não fazer a pergunta, fica a questão: será que um jogo precisa assim de tantas permissões? Mas este é apenas um exemplo, sendo que existem aplicações que requerem um número muito maior de autorizações.

O objetivo da Google é, alegadamente, deixar que os utilizadores possam decidir sobre vários grupos de permissões: por exemplo, permitir que tenha informação sobre a rede Wi-Fi para poder jogar online, mas bloquear o acesso à galeria de fotos.

Numa altura em que o mercado de smartphones parece estar a estagnar em vários países, começa a ser importante introduzir ferramentas que mantenham os utilizadores no ecossistema. Basta por exemplo pensar que recentemente a Google lançou o programa Android for Work.

Os resultados da pressão que o Android tem sofrido já estão à vista, tendo a quota de mercado encolhido três pontos percentuais enquanto os rivais iOS e Windows Phone ganharam alguma tração.


Escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico

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