São notícias diferentes, mas que acabam por estar ligadas. Por um lado o Android Lollipop da Google atingiu uma quota de mercado de 9,7%, duplicando os resultados conseguidos no mês passado. E quase ao mesmo tempo que os números eram revelados, o executivo Terry Meyerson, da Microsoft, dizia que os telemóveis Android são um “grande monte de.. código”.

O elemento responsável pela divisão Windows diz que a tecnológica rival não tem qualquer compromisso em atualizar os smartphones dos utilizadores.

“A Google recusa-se a assumir responsabilidade na atualização dos dispositivos, deixando os utilizadores e as empresas cada vez mais expostos por cada dia que usam um equipamento Android”, disse Terry Meyerson, citado pelo The Verge.

As críticas ao Android surgem numa altura em que a Microsoft assumiu o compromisso de conseguir colocar mil milhões de máquinas com Windows 10 instalado no espaço de dois a três anos. No entanto a tecnológica de Redmond não tem um currículo imaculado, sendo que deixou os utilizadores do Windows Phone 7 nessa versão do software e também prepara-se para abandonar o Windows RT.

Voltando ao Android, onde a fragmentação é de facto um problema, os bons resultados conseguidos pelas versões Lollipop, 5.0 e 5.1, devem-se sobretudo à chegada de novos topo de gama ao mercado. Pode ainda recordar quais os smartphones que atualmente permitem ter acesso às mais recentes versões do sistema operativo móvel da Google.

No entanto é o Android 4.4 o mais popular, com 39,8% de quota de mercado, seguido de perto pelas três versões do Android Jelly Bean que somam 39,2% de quota. Há ainda registo de 11% de dispositivos Android que acedem ao Google Play com smartphones e tablets com as versões Ice Cream Sandwich ou anteriores.

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Escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico

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