Este domingo, como de costume, temos mais seis aplicações para lhe mostrar. Desta vez, todas elas são gratuitas.

Ao longo desta semana passámos por várias secções das lojas de apps. Pelos jogos, pelos utensílios, pelos wallpapers e mais. Da nossa pesquisa resultou isto: uma aplicação com wallpapers especificamente desenvolvidos para tirar o melhor partido dos ecrãs OLED, jogos de raciocínio e o Instagram, que tem novidades úteis para aproveitar no seu dia-a-dia. Ah! E não nos esqueçamos dos Beatles, que deixam a sua história marcada no Google Earth.

O melhor, no entanto, é ficar a conhecer pormenorizadamente as nossas propostas desta semana.

Tire o máximo partido do seu ecrã AMOLED com este conjunto de wallpapers

Esta é uma aplicação para Androids com ecrã AMOLED que promete estimular todas as qualidades desta tecnologia.

Apesar de ainda só deslumbrarem no Android, os ecrãs AMOLED também já fizeram com que a Apple se rendesse aos seus encantos. O próximo iPhone vai ter um display com esta tecnologia, mas, até lá, só o sistema operativo da Google vai poder beneficiar com a app de hoje, que se chama mnml Wallpapers e foi especificamente concebida para tirar o maior partido destes ecrãs.

Como o nome indica, nesta aplicação vai poder encontrar um vasto conjunto de fundos adequados à tecnologia AMOLED. Na prática, isto significa que todas as imagens aqui reunidas foram desenvolvidas para puxar por aquilo que esta tecnologia tem de melhor para oferecer. Falamos de tons negros mais profundos, mais brilho, cores mais vibrantes e um contraste mais afinado.

Tal como qualquer outra app do género, é possível navegar pela oferta disponível, filtrar resultados por cor e tipo e armazenar as imagens no telefone.

A app é gratuita e está disponível para download na Play Store, mas se quiser investir neste tipo de app pode também experimentar as versões pagas que oferecem ainda mais wallpapers.

Resolva os puzzles e desafie o seu cérebro com a app Brain it on

Resolver problemas, organizar cores e encontrar o melhor percurso são alguns dos problemas que esta app coloca aos utilizadores para treinarem a sua capacidade de raciocínio.

A app foi produzida por uma pequena produtora indie por isso não espere uma grande produção gráfica, mas os desafios colocados são válidos e interessantes, embora se possam esgotar rapidamente.

Há algumas dezenas de puzzles e para cada um é preciso encontrar a melhor solução, por entre as várias opções disponíveis.

Todos os desafios podem ser partilhados com amigos e também é possível partilhar as soluções, comparando a forma como chegou ao resultado com o modelo aplicado por outros.

A app está disponível para iOS e Android e é gratuita.

Not Not ou o jogo que quer pregar partidas ao cérebro

Aos primeiros movimentos parece tudo muito fácil, mas é mesmo só aos primeiros movimentos. Quando começar a negação da negação em modo acelerado é que vai ver o que é bom. Ou não.

À primeira vista pode não parecer, mas Not Not é um verdadeiro desafio. Baseia-se lógica e na orientação e bastará seguir as instruções escritas para guiar o seu “homenzinho” na direção certa: para cima, para baixo, para a esquerda ou para a direita e conseguir completar as etapas.

 

Tem dois modos diferentes de jogo à disposição, o modo clássico em que vai conquistando níveis para desbloquear os seguintes, e o modo infinito, com tentativas para chegar o mais longe de seguida.

Claro que o nível de dificuldade vai aumentando à medida que o jogo vai progredindo e as instruções são mais complicadas de seguir, ao juntarem-se as direções com as cores, com a negação das direções, com a negação das cores, com a combinação das direções e das cores, e com a negação da negação, e por aí adiante. É mesmo jogar para ver… e provavelmente ficar viciado.

O Not Not é gratuito, mas com compras dentro (e muita publicidade). Está disponível para Android e iOS.

Esta app é a solução digital ideal para quem tem medo de falar em público

Com a ajuda de uns óculos de realidade virtual vai ser possível treinar intervenções públicas diante de numerosas plateias.

Se o sente, não se aflija. É mais comum do que aquilo que pensa e existem formas de o resolver. Neste artigo, no entanto, não lhe vamos sugerir a contratação de um especialista, como fez George VI, rei de Inglaterra. Em vez disso, para que consiga amenizar o medo de falar em público, trazemos-lhe uma app. A Public Speaking VR.

Desde já, avisamos que vai ser necessário um par de óculos de realidade virtual Google Cardboard. Mas a boa notícia é que para além de ser grátis, a app está disponível para Android e iOS.

Com esta app, o utilizador pode simular ocasiões reais em que é comum ter de falar em público. Referimo-nos a casamentos, conferências, entrevistas de trabalho e reuniões.

Em todos estes cenários, o utilizador será posto diante de uma plateia, que pode ir das quatro às 300 pessoas.

Para tornar toda a cena mais realista o público é animado, reproduzindo os comportamentos tipo de uma plateia real. Os sons são também eles semelhantes ao que se ouve nas versões reais destes ambientes e, para que possa progredir na sua forma de estar e falar diante de um grupo de pessoas, a app permite-lhe registar as suas conquistas, emitindo ainda algum feedback relativamente às suas prestações.

De acordo com a VirtualSpeech, empresa responsável pela criação desta aplicação, a Public Speaking VR pode também ser útil a utilizadores que revelem algum tipo de "ansiedade ou fobia social".

A Beatlemania chegou ao Google Earth

Para assinalar os 50 anos do álbum Sgt. Pepper a Google seguiu o percurso dos Beatles pelo mundo. E está tudo documentado no Google Earth.

A experiência é válida para fãs e não fãs dos 4 fabulosos, como foram classificados, até porque o álbum e o percurso dos músicos ficou para a história e faz parte do imaginário das várias gerações nas últimas décadas.

O álbum que contém pérolas da música como Lucy in the sky with diamonds ou With a little help from my friends, é apenas o pretexto para a plataforma Voyager, suportada no Google Earth, contar a história das viagens e momentos dos Beatles, desde o Cavern Club em Liverpool ao Central Park em Nova York, com o memorial a John Lennon.

Tudo documentado em imagens e com a interatividade a que a plataforma já nos habituou, em computador, tablet ou telemóvel.

Fotos “não quadradas” e links chegam às mensagens do Instagram

Já sabemos que um anúncio do Instagram nunca vem só e, depois da adição de filtros de realidade aumentada e da pesquisa passar a incluir localização e hashtags de Stories, há agora novidades para o Direct.

A equipa da “segunda” rede social de Mark Zuckerberg andou a trabalhar na disponibilização de novas opções para os seus utilizadores por estes últimos dias. Começou com a integração de filtros de realidade aumentada a la Snapchat nas Stories, assim como novas formas de edição das imagens.

 

Mais recentemente anunciou a integração nos resultados de pesquisa da localização e de hashtags dessas mesma Stories.

Desta vez, as novidades estão relacionadas com o Direct que vai passar a suportar algo há muito desejado: fotos em qualquer “orientação” e não apenas quadradas, como era imposto desde que o serviço de mensagens foi lançado, em 2013 – sendo o formato que caraterizou a rede social por muito tempo.

Além disso, passa também a ser possível incluir links que se assumem como tal nas mensagens trocadas, bastando clicar para o habitual redireccionamento para a página ou ação em questão. É que antes os URL partilhados permaneciam em modo de texto, exigindo que o destinatário fizesse copy/paste para o browser para abrir a página de destino.

De acordo com a equipa do Instagram, a opção de orientação das fotos ainda só está disponível para iOS, embora se prometa o mesmo na versão Android para breve. A integração de links já é uma possibilidade em ambas as plataformas, para quem tem a atualização 10.22 da aplicação.