O percurso da obra do arquiteto Nuno Martins Melo, vencedor do Prémio Nacional de Arquitectura em Madeira deste ano, liga as praias fluviais do Areinho e do Espiunca e, de ponta a ponta, são nove quilómetros de caminhada. Mas, como ainda há que voltar, é preciso ter pernas (e fôlego) para um total de 18 quilómetros.
Pelo caminho, vai poder apreciar cascatas, a garganta do Paiva, o mais famoso percurso de águas bravas do país e o património geológico singular do Geoparque de Arouca.
No verão de 2018, e se se sentir muito aventureiro, pode sempre passear pela ponte pedonal completamente transparente, com quase 500 metros de comprimento e com uma altura de 150 metros. A sustentá-la vai ter apenas dois cabos que vão unir as duas margens do Rio Paiva.
Outrora gratuito, o acesso aos Passadiços do Paiva tem o custo simbólico de um euro e, por força dos dois incêndios, em dois anos consecutivos que obrigaram à reconstrução da estrutura, o número de visitantes é condicionado a cerca de 3. 500 pessoas por dia, duas mil controladas através de uma pré-inscrição online e as restantes chegando através dos operadores turísticos.
Se quer saber mais sobre o espaço, pode sempre fazer o download da app, disponível para Android e iOS.
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