A região autónoma chinesa de Hong Kong tem vivido dias intensos. Milhares de pessoas estão nas ruas a protestar contra as alterações que estão previstas para o sistema político – as pessoas apenas poderão votar em candidatos que tenham sido previamente apontados pelo Governo de Pequim, explica a BBC.



As manifestações estão a acontecer em algumas das principais praças da região e várias pessoas também estão a acampar em frente a edifícios da estrutura administrativa de Hong Kong. Confrontos entre manifestantes e forças de segurança também têm acontecido. Já há inclusive registo de lançamento de gás lacrimogéneo contra os protestantes.



Naquilo que a imprensa internacional diz ser uma tentativa de controlar as imagens que passam para o resto do país, a China bloqueou alegadamente o serviço online Instagram. A ferramenta do Facebook é uma das mais usadas na partilha direta de fotografias e os relatos apontam para o início do bloqueio durante o domingo.



Mas o caso não deve ser tomado como 100% correto: o serviço BlockedinChina.net diz que no país asiático o acesso ao Instagram foi cortado, enquanto a ferramenta Greatfire.org diz que a informação do bloqueio é contraditória.



Já o próprio Instagam ainda não se pronunciou sobre o caso. A ferramenta do Facebook para dispositivos móveis era das poucas que ainda não tinha sofrido qualquer nível de censura na China.



O poder das redes sociais esteve mais uma vez visível já que a hashtag #OccupyCentral tornou-se viral no Instagram, o que terá levado à suposta decisão de bloqueio por parte das autoridades chinesas.


Escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico

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