Concentrado em aproveitar as capacidades touch, o Coast não tem botões para avançar ou retroceder, separadores ou catálogo de páginas. No seu lugar, todas as funções são controladas por gestos, como acontece na utilização de uma qualquer outra app.

Mesmo a atualização de páginas é feita ao "puxar" o site para baixo, não havendo um campo para escrever o URL das páginas no topo.

Os botões são muito poucos e surgem concentrados na parte inferior do tablet, com possibilidade de regressar ao ecrã de início ou ver quais as janelas abertas.

Quando navegamos num site há opção para imprimir a página, enviá-la por e-mail, mensagem de texto, ou Twitter ou Facebook.

Com tais características, a criadora quer apresentar um browser que economize espaço e mostre uma área de visualização maior do que qualquer outro navegador.

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"A Internet evoluiu exponencialmente das páginas web "cinzentonas" com links azuis, para páginas vivas e elegantes com gráficos complexos, vídeos e informação interativa, mas até agora a experiência web nos tablets tem estado limitada a navegadores que, ou são uma versão melhorada dos browsers móveis ou uma versão mais básica dos browsers para desktop", critica a Opera, convidando a comunidade de utilizadores móveis a conhecerem o Coast, "um browser tão elegante, intuitivo e refinado que devia vir com o iPad".

Gratuito, o Coast by Opera está disponível a partir da App Store, exigindo a versão 6.0 do iOS para funcionar. Até agora não há informação de que esteja a ser desenvolvido para Android.

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Escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico

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