No final de 2014 o Spotify contabilizava um total de 60 milhões de contas ativas com 25% dos utilizadores, cerca de 15 milhões, a optarem pelos serviços de subscrição disponíveis, segundo um comunicado publicado hoje que mostra os números de crescimento da empresa de streaming.



Entre maio e dezembro de 2014, o Spotify registou um aumento de 20 milhões de registos e distanciou-se ainda mais de um dos seus principais concorrentes, o Deezer, que soma "apenas" 16 milhões de utilizadores, seis dos quais com serviços de subscrição ativos.



O Spotify tem vindo a conseguir uma quota do mercado significativa e estes números poderão ser o resultado de várias campanhas que foram desenvolvidas ao longo dos últimos meses, destacando-se a subscrição por 99 cêntimos durante um período de três meses, e ainda o Spotify Família, que possibilita o registo até quatro contas por 20,99 euros por mês.



Para além disso, segundo estatísticas recolhidas pelo Tech Crunch num evento do Spotify durante a CES, os serviços da empresa liderada por Daniel Ek foram utilizados com recurso a um dispositivo móvel 52% das vezes: 10% mediante a utilização de um tablet e 42% através de um smartphone.



Estes números provam assim o bom momento do Spotify, que só em 2014 pagou um total de dois milhões de dólares em royalties aos músicos e editoras, apesar de, no final do ano passado, Taylor Swift ter criado polémica ao retirar todo o seu espólio musical do serviço por achar que não recebia o suficiente. A empresa desvalorizou a situação.


Escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico

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