A ideia já angariou mais de 8 mil assinantes, e mais de 5 mil fãs no Facebook, embora seja ainda uma prova de conceito com boas intenções anexadas.

A empresa por trás da ideia é holandesa e tem vindo a estabelecer uma série de parcerias para o desenvolvimento de um telemóvel ético. O objetivo é evitar a utilização de materiais provenientes de zonas de conflito, como o Congo, conseguir uma taxa mais eficiente de reciclagem e garantir as regras do comércio justo.

Os promotores do Fairphone não entram em comparações com os métodos escolhidos pelos atuais fabricantes de telemóveis, mas este é obviamente um projeto que estabelece uma linha de separação em relação aos sistemas atuais.

A ligação ao projeto britânico The Great Recovery permite escolher os materiais mais recicláveis, a CFTI ajuda a garantir o selo de ausência de materiais de zonas de conflitos e a Geeksphone, que está a desenvolver um smartphone baseado em FirefoxOS está também associada À iniciativa.



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Mas há outros cuidados adicionais. A equipa que está a escolher o fabricante fez uma viagem à China para se certificar que o parceiro de produção não usa mão e obra infantil e que aplica as melhores práticas na contratação e métodos de trabalho.

Para o consumidor final estas poderão ser atrativos no concorrido mundo dos smartphones, mas pretende-se que o equipamento forneça o mesmo tipo de funcionalidades que outros dispositivos já no mercado, mesmo que não seja o mais rápido nem o mais resistente.

O preço previsto rondará os 300 euros e o modelo deverá chegar às lojas no próximo outono, estando planeada uma produção de 10 mil exemplares.

Escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico

Fátima Caçador

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