O grupo, liderado pelo Canadá, quer ver respondidas algumas perguntas sobre as futuras implicações da utilização dos óculos 3D na privacidade dos cidadãos.
Na carta, as autoridades sublinham a necessidade de garantir que os produtos que chegam ao mercado respeitem e garantam o direito à privacidade e, nesse sentido, pedem à gigante da Internet que promova um "verdadeiro diálogo" sobre a tecnologia Glass respondendo às perguntas colocadas.
No conjunto de oito questões pergunta-se, por exemplo, qual o tipo de informação recolhida através dos óculos e que parte da mesma é partilhada com terceiros ou de que forma poderá evoluir o tema do reconhecimento facial, posto de parte numa fase inicial.
As autoridades de proteção de dados querem também saber se a Google fez algum estudo sobre os riscos de privacidade que a tecnologia levanta e se está disposta a divulgar as conclusões resultantes e perguntam se podem testar os óculos.
A carta é uma iniciativa promovida pelas autoridades canadianas que conta com o apoio do presidente do Grupo de Trabalho do Artigo 29, em nome das agências de proteção dos Estados-membros da UE, das agências da Austrália, Nova Zelândia, México, Suíça, Israel e dos estados canadianos da Columbia britânica, Alberta e Quebec.
O TeK contactou a CNPD para perceber se a autoridade nacional teve conheciemnto formal da iniciativa e de que modo partilha das preocupações mostradas na carta enviada à Google, mas não obteve resposta até ao fecho deste artigo.
Escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico
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