O iTunes U da Apple atingiu os mil milhões de downloads durante o mês de fevereiro. Uma marca significativa tendo em conta que a plataforma apenas alberga conteúdo de caráter educativo e de investigação, como livros, palestras e cursos, de universidades, escolas ou museus.

Os EUA representam 40% dos downloads realizados enquanto os restantes 60% vêm dos 155 países onde o serviço está disponível. Nem todas as nações podem introduzir novos ficheiros no serviço, são poucos mais do que 30 os que podem, mas Portugal está nessa lista. O Ministério da Educação, a Universidade de Coimbra e o Instituto Politécnico de Leiria são algumas das organizações portuguesas que têm um espaço no iTunes U.

O Brasil entrou recentemente para a lista de países que pode submeter conteúdos na plataforma digital.

Sem especificar números a empresa de Cupertino diz que existem "milhares" de conteúdos disponíveis, dos quais 2.500 são cursos de várias universidades públicas e privadas, e que contam com 250 mil alunos envolvidos em vários aspetos. Mas a ferramenta também é usada para professores para aprenderem e desenvolverem novos métodos de ensino.

"É inspirador ver que os educadores e os estudantes de todos os tipos estão a fazer com o iTunes U. Os estudantes podem aprender como nunca foi possível e a plataforma está a mudar a forma como ensinamos e aprendemos", comentou em comunicado o vice-presidente da Apple para a área de Software de Internet e Serviços, Eddy Cue.

Em agosto de 2010 a plataforma atingiu os 300 milhões de downloads, três anos depois de ter sido lançada. As contas mostram que num espaço de tempo semelhante o número de acessos aos conteúdos mais do que duplicou, assinalando o crescimento do interesse pela plataforma e pelos dispositivos equipados com iOS.


Escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico

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