A Apple decidiu aplicar algumas transformações ao sistema operativo do seu relógio inteligente e que trazem um reforço nas funcionalidades do equipamento. De certa forma o relógio torna-se mais independente do telemóvel no sentido de que consegue executar algumas tarefas sozinho, como dar indicações na aplicação de mapas ou permitir responder a um email sem recorrer ao smartphone.

Isto acontece porque a Apple aplicou no watchOS 2 as chamadas aplicações nativas, isto é, programas que executam diretamente no relógio e não necessitam de uma ligação tão dependente com o telemóvel para funcionarem. O relógio consegue inclusive ligar-se diretamente a redes Wi-Fi dispensando o telemóvel para essa tarefa.

Relativamente às aplicações nativas o que a Apple está ainda a permitir é que os utilizadores acedam a algumas funcionalidades do relógio, como o microfone e a coluna de som, para que as suas aplicações possam ser mais versáteis. Outra ferramenta que os programadores podem explorar é o acelerómetro, que no caso de um wearable é um dos aspetos mais importantes para criar uma app de relação com o utilizador.

Destaque ainda para o Time Travel uma funcionalidade que permite ao utilizador fazer previsões. A Apple aplica a característica ao estado do tempo e à bateria - quando o utilizador avança no tempo com a ajuda da coroa digital do relógio, é possível fazer uma previsão de quando vai a bateria acabar e de como vai estar a temperatura em determinada hora.

E sabendo que a coroa digital é outro dos elementos que os programadores têm agora à sua disposição, a funcionalidade Time Travel ficará também acessível em aplicações de terceiros.

A versão de programadores do watchOS 2 fica disponível hoje, enquanto a versão final para o consumidor chega apenas no outono.

Veja aqui todas as restantes novidades apresentadas pela Apple no WWDC15.

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