Se as ambições de dois antigos executivos da HTC e as expectativas da imprensa especializada forem correspondidas, então no futuro a Gogoro SmartScooter vai ser parte integrante da vida das cidades. O veículo está em exposição na CES, mas é o conceito energético que destaca esta scooter de outros veículos elétricos.



A scooter funciona tendo por base duas células de energia que são facilmente removíveis. Mas o conceito vem acompanhado de estações de troca de baterias – vão existir vários postos nas cidades onde é possível deixar a bateria vazia e recolher uma com carga completa. Quando o modo de funcionamento estiver bem absorvido pelo utilizador, o processo de troca de baterias pode apenas durar seis segundos.

No momento em que o consumidor comprar a scooter vai também subscrever um plano energético que lhe dá acesso aos tais postos de abastecimento. Através de uma aplicação móvel o utilizador vai estar em constante ligação com o veículo sabendo quando é preciso fazer a troca de uma bateria ou, por exemplo, saber quanta carga foi conseguida através do sistema de travagem regenerativa.



A aplicação permite ainda saber quais são os postos de abastecimento mais próximos e também garante a possibilidade de reserva de bateria – para evitar casos em que o utilizador chega ao local e as que haviam disponíveis acabaram de ser levadas.



A própria Gogoro Smartscooter é uma “pilha” tecnológica concentrando mais de 50 sensores diferentes e permitindo que o utilizador esteja constantemente ligado ao veículo – 24 horas por dia.



O veículo é o produto desenvolvido pelo antigo diretor técnico da HTC, Matthew Taylor, e pelo antigo diretor criativo, Horace Luke, e reúne algumas características que deixam o equipamento bem colocado para atrair a atenção dos consumidores: é visualmente apelativa, é atual ao nível de tecnologia e funciona a energia elétrica, através de um fácil e conveniente sistema de troca de baterias.



Parceiros de peso também não lhes falta: a Philips é a fornecedora dos LEDs, a Panasonic das baterias e a Maxxis para os pneus.



Resta saber o preço, que os seus criadores dizem que vai ser acessível pois têm na mira mercados como Taiwan e o Vietname.


Escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico

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