Não foi o primeiro smartphone. Não foi o primeiro telemóvel com um ecrã sensível ao toque. E alguns ainda defendem que nem sequer foi revolucionário. Mas a verdade é que passados oito anos após a apresentação do iPhone original, em janeiro de 2007, o smartphone da Apple é seguramente o modelo mais popular no mundo.



Muitos também apontam o dedo à Apple pelos fracos níveis de inovação que foram implementandos ao longo dos anos no telemóvel inteligente. Mas olhando para o seguinte resumo dos anos de vida do equipamento, é possível ver que foi feito um longo percurso e sempre a favor dos utilizadores.





O trajeto não foi livre de polémicas e há duas que assombram a história do iPhone: o AntennaGate, com o lançamento do iPhone 4, e o BendGate, já com o iPhone 6 Plus.



Mas o iPhone foi só uma peça importante da revolução que a Apple protagonizou nos últimos anos. Antes já o iPod tinha sido uma pedrada no charco no segmento da música digital e mais tarde seria a vez do iPad "reavivar" os tablets como um gadget de consumo essencial.



No entanto é o telemóvel que continua a trazer maior fonte de receita à Apple e até os executivos da Google ficaram surpreendidos com aquilo que Steve Jobs tinha guardado no bolso para apresentar no dia 7 de janeiro de 2008.



Passados oito anos está provado de que Steve Jobs não tinha razão em tudo - os smartphones de 3,5 polegadas não fazem grande sentido nos dias que correm e afinal os estiletes têm procura como mostra a categoria Galaxy Note. Mas também fica provado que a Apple é uma empresa que também sabe reconhecer as tendências do mercado para poder continuar o seu legado nos smartphones.


Escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico

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