A Rocksteady Games, estúdio responsável pela trilogia de jogos Batman Arkham, considerado como alguns dos melhores videojogos baseados em super-heróis, regressa com Suicide Squad: Kill the Justice League. O universo é o mesmo, mas o jogador terá de controlar as quatro personagens que compõe a equipa de vilões, obrigados a participar em missões suicidas, caso não queiram passar o resto da vida na prisão.

O problema é que, como o nome indica, algo de muito errado se está a passar em Metropolis, a cidade de Super-Homem e onde decorre a ação. Uma invasão de forças robóticas extraterrestres, comandadas por Brainiac, não só colocou a cidade em perigo, como afetou a Liga de Justiça. Batman, Flash e Lanterna Verde estão possuídos por algo e passam a ser os principais inimigos. É uma reviravolta tresloucada, que segue o tom divertido dos filmes e da própria banda desenhada.

Veja na galeria imagens de Suicide Squad: Kill the Justice League:

A principal diferença do novo jogo para os anteriores títulos de Batman Arkham é a mudança de uma narrativa em experiência a solo, baseado num mundo aberto, para um título multijogador cooperativo online. O jogo é catalogado como game as a service, em que uma vez que os jogadores cheguem ao fim da narrativa, abre-se o chamado end game, com missões a serem adicionadas e outros conteúdos, permitindo aos jogadores adquirirem microtransações cosméticas na loja do jogo.

Outra mudança diz respeito ao rimo de jogo. Na pele de Batman, os jogadores enfrentavam os inimigos basicamente em combate, num sistema conhecido como free flow, onde se demarcava as acrobacias do Cavaleiro das Trevas. Sistema que Marvel’s Spiderman também utilizou com mestria.

Já Suicide Squad: Kill the Justice League é um puro jogo de ação na terceira pessoa repleto de armas de fogo, entre metralhadoras, caçadeiras, espingardas com mira telescópica, granadas e outras. Encontrar armas melhores, com estatísticas e raridades superiores é um dos motivos de incentivo aos jogadores no end game, de forma a tornar a sua personagem mais poderosa. Existem diferentes raridades de equipamento que vão incentivar os jogadores a entrar em missões para receber as recompensas.

Além disso, o jogo tem elementos de RPG. Toda a experiência adquirida servirá para amealhar pontos para distribuir na árvore de talentos, aumentando a capacidade de fogo e as acrobacias especiais das personagens.

Cada membro do Esquadrão Suicida tem as suas próprias especialidades de armas e habilidades únicas. Da mesma forma que utilizam sistemas distintos de locomoção. Harley Quinn herdou o batrang com arpão de Batman e anda baloiçada pelos céus da cidade. O Captain Boomerang dispara boomerangs para se teleportar para o local da mesma. O Deadshot usa um jetpack para voar e o King Shark consegue dar saltos seguidos pelo ar. Cada personagem usa duas armas, um ataque de proximidade, granada e outras habilidades únicas.

Veja o vídeo 

Quando jogado a solo, é possível trocar de personagem, sendo as outras controladas pela inteligência artificial, sempre presentes a acompanhar o jogador. Estes ajudam a eliminar inimigos e reavivam a personagem quando tombada em combate. Mas quando jogam online, cada jogador assume uma das personagens.

Suicide Squad: Kill the Justice League já está disponível para o PC, PlayStation 5 e Xbox Series X.

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