O Tinké já está no mercado há alguns meses, mas só em março é que estreia uma versão para o mais popular sistema operativo, o Android. A versão para os equipamentos com software da Google usa tecnologia Bluetooth para comunicar, ao contrário da versão para iPhone que liga-se aos dispositivos através do conector multimédia.

O periférico da Zensorium tem dois sensores para fazer uma análise a alguns parâmetros da saúde do utilizador. Para isso deve-se pressionar o dedo nos dois orifícios do equipamento e esperar que a leitura seja feita.

O Tinké tem capacidade para medir o ritmo cardíaco da pessoa, os níveis de oxigénio, a quantidade de stress a que está sujeita e faz também uma análise à variação cardíaca dos utilizadores. Depois através da ligação à aplicação é possível fazer uma monitorização diária e registar a evolução de vários indicadores de saúde.

Há ainda uma opção de partilha de dados, o que no caso de uma família, por exemplo, ajuda a fazer uma comparação de como evoluem os mesmos indicadores em pessoas diferentes.

O tamanho e o peso reduzido ajudam a que o Tinké possa ser facilmente transportado e usado nas mais variadas situações, seja em casa, no trabalho ou durante a viagem em transportes públicos.

Apesar de a venda não estar disponível para Portugal, o Tinké pode ser expedido para uma vasta lista de países, havendo a possibilidade do mercado nacional poder vir a ser acrescentado nos próximos meses. Numa altura em que os dispositivos ligados à área da saúde e do fitness estão em voga, vale a pena manter este gadget debaixo de olho.

Disponível em várias cores, cada Tinké tem um preço de 119 dólares, cerca de 86 euros, mais dez dólares para a versão que suporta o Android.


Escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico

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